Manifestação em Lisboa voltou a exigir a valorização da profissão docente e o respeito pela escola pública, contestando a proposta do Governo para a revisão do Estatuto da Carreira Docente que agrava a instabilidade e a dificuldade em fixar docentes.
Na sessão de homenagem que assinalou os 50 anos do assassinato do padre Max e da estudante Maria de Lurdes pela extrema-direita bombista, José Manuel Pureza defendeu que “a luta pela paz é irmã da luta pelos direitos de quem trabalha”.
Até que ponto tem vindo a ocorrer uma desaceleração ou reversão da “hiperglobalização”? Que explicações podemos apontar para este fenómeno de um ponto de vista marxista? Que tipo de nova ordem se está a configurar nos escombros da globalização neoliberal?