Arranca esta quinta-feira o Mundial de Futebol no México, EUA e Canadá, mas as atenções da Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental (AAPSO) já estão voltadas para o próximo Mundial, a realizar daqui a quatro anos e co-organizado por Portugal, Espanha e Marrocos, aos quais se juntam alguns países sul-americanos enquanto anfitriões de alguns jogos.
A AAPSO vai lançar a campanha “Desvendando os segredos de 2030” e promete divulgar, a cada jogo deste Mundial com a participação das seleções portuguesa, espanhola e marroquina, uma breve nota sobre os desafios que se colocam em matéria de direitos humanos neste evento que já está em preparação.
Sahara Ocidental
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“Desde logo, como aceitar uma parceria com um país que é a potência colonial do território não-autónomo do Sahara Ocidental, ocupado pela força há mais de 50 anos?”, refere a AAPSO, questionando também como se pode aceitar uma parceria com um país “cujo regime é uma ditadura, que reprime violentamente os seus próprios cidadãos e cidadãs quando tentam exercer pacificamente os seus direitos de liberdade de expressão, de informação, de associação”.
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