Nos últimos quatro anos, esforços foram feitos por parte do governo visando a reconciliação nacional em um país marcado por polarização, buscando resgatar tanto a bandeira brasileira quanto a amarelinha e situá-las novamente enquanto símbolos de coesão e pertença.
O riso digital tornou-se anestesiante. Nós rimo-nos do político, transformamo-lo num meme, partilhamos a piada e…a indagação morre ali com a impunidade do vendedor das salsichas.
Depois da Câmara de Penacova, agora foi a vez da Câmara de Barcelos cancelar a apresentação do livro Por Dentro do Chega, de Miguel Carvalho. Qual será o próximo?
Num mundo em que as tensões aumentam, não escolher lados deixa de ser neutralidade e passa a ser indefinição. E a indefinição, em política internacional, raramente protege quem depende dela.
Silenciar? Jamais! A radical e extrema direitização de Portugal em 2026 são uma realidade indesmentível, visível e indissociada de uma remasculinização cada vez mais activa na nossa sociedade.
Embora tenha formalmente acabado há cerca de quarenta anos, ainda hoje é possível identificar elementos da ditadura na realidade económica, política e social do Brasil.
A literatura LGBTQIA+ aparece como estratégia pedagógica dinamizadora de inclusividade, aparece por oportunidade de dialogar estratégia pedagógica, pedagogia queer e escola inclusiva de todos para todos e com todos
Que papel está reservado a este órgão de gestão que representa democraticamente elementos dos vários corpos das comunidades escolares, educativas e locais, é uma questão central para a defesa e valorização da escola pública.
Aristófanes, nas suas comédias, era consciente que Paz e Guerra eram indissociadas da Humanidade e que a relação subjugadora da primeira em relação à segunda é o que nos caracteriza como seres únicos e inquantificáveis.
Quando observamos um repórter mergulhar-se numa tempestade colocando-se numa posição de risco, normalizamos este comportamento e incentivamos a que qualquer outro trabalhador saia de casa numa situação meteorológica de risco.
Independentemente das diferenças ideológicas no campo democrático, mobilizar-se e votar em António José Seguro no próximo dia 8 de Fevereiro é um ato de defesa da democracia.
Nas presidenciais, não escolher é escolher. E quem se recusa a traçar uma linha vermelha perante a extrema-direita está, conscientemente ou não, a contribuir para a sua legitimação.
Ao contrário do cinismo do Governo que a caracterizou de “inexpressiva”, a greve geral de dia 11 de dezembro mostrou bem como a grande maioria dos trabalhadores rejeita o pacote laboral da AD.
Existe uma necessidade muito urgente e imediata de ações destinadas a reverter o retrocesso do espaço cívico e resguardá-lo das ameaças que nele incidem.