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No debate quinzenal com o primeiro-ministro, Fabian Figueiredo questionou Montenegro se a sua neutralidade entre Seguro e Ventura se deve a estar à espera dos votos do Chega para aprovar o pacote laboral.

O núcleo da Europa do Bloco de Esquerda diz que os 95% de abstenção da diáspora portuguesa na primeira volta das presidenciais não é desinteresse cívico, é “exclusão democrática”.

O novo vice-presidente da agência Lusa trabalhava em projetos do fundo Alpac Capital, ligado a figuras próximas do regime húngaro, que detém a Euronews e em Portugal o semanário Nascer do Sol.

Cabral foi exímio no estudo e entendimento das premissas ecológicas do justo equilíbrio entre a exploração da terra e a sua conservação: a necessidade de uma exploração racional e científica da terra.

Yussef

Em conferência de imprensa após a reunião da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza confirmou o apoio do partido a António José Seguro para derrotar a extrema-direita na segunda volta.

O antigo Presidente da República alertou este domingo que “o mundo passou da lei da ordem para o poder e a desordem, e vai complicar-se ainda mais”.

Na reação aos resultados da primeira volta das presidenciais, José Manuel Pureza prometeu “mobilização total” do Bloco para derrotar Ventura a 8 de fevereiro.
 

António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das presidenciais. Catarina Martins diz que os resultados de Marques Mendes foram a “hecatombe do Governo e de Luís Montenegro”.

Após votar numa escola no Porto, Catarina Martins sublinhou a importância de “votarmos naquilo em que acreditamos” e recordou que a primeira mulher candidata à Presidência, Maria de Lourdes Pintasilgo, faria anos este domingo.
 

Em menos de um minuto pode ficar a saber onde é a secção de voto a que se deve dirigir para votar nas eleições presidenciais.

No jantar de encerramento da campanha no Porto, Catarina Martins apelou ao voto de quem quer “uma Presidente da República que defende quem trabalha”.

Catarina Martins visitou as oficinas de material ferroviário em Matosinhos e voltou a defender a reindustrialização do país para apoiar a transição energética. Sobre as novas ameaças de Trump, defende que “Portugal não tem de ficar calado”.

Agressões nas esquadras foram partilhadas em grupos de Whatsapp com mais de 70 elementos. Esquadra do Rato não tinha comando próprio na altura dos crimes, funcionando em “roda livre”. Bloco quer medidas para “erradicar a subcultura de violência e impunidade”.

Entre as mensagens recebidas pela candidata às presidenciais de domingo estão as dois dois co-presidentes do grupo da Esquerda no Parlamento Europeu.
 

No mercado de Guimarães, Catarina Martins defendeu que uma Presidente da República tem se ser uma voz que defenda salários e pensões, acesso à saúde e habitação e uma economia qualificada em vez de assente em baixos salários.

“Se o Porto ainda tem o Bolhão, é graças a estas mulheres”, afirmou Catarina Martins no mercado do Bolhão, onde defendeu que “Portugal pode ser um país com bairros e mercados vivos”.

Na visita ao supercomputador Deucalion, em Guimarães, Catarina Martins defendeu que o país tem de investir para responder ao mesmo tempo às transições digital e energética e assim tornar-se uma economia qualificada e não de de baixos salários.

Na sequência das novas acusações do Ministério Público, que relatam episódios de “inaudita violência” na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, o Bloco de Esquerda requereu a audição urgente no Parlamento da ministra da Administração Interna. 

Na feira de Barcelos, Catarina voltou a sentir que “as pessoas reconhecem que há quem as defenda”. E se no espaço mediático a campanha eleitoral foi reduzida aos comentários de sondagens, Catarina insiste nos temas que quer defender em Belém: a saúde, o salário e a habitação.

Na arruada na baixa de Lisboa, Catarina ouviu palavras de apoio na maior mobilização de apoiantes nas ruas antes de a campanha rumar ao norte do país.