Política

Notícias política

Depois da reunião com o Governo, Mariana Mortágua falou aos jornalistas e criticou o "afunilamento ideológico" do Executivo de Montenegro, que governa "para os donos do país".

A atual presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, foi reeleita para um novo mandato em eleições onde os verdes se juntaram ao centro e aos liberais para aprovar a continuação da política de mercado e a aproximação à extrema-direita.

O Chega quer que as crianças filhas de pessoas que não têm emprego fiquem para trás nas listas de espera para acesso a creches gratuitas. A direita votou a favor. O Governo de Bolieiro compromete-se agora a implementar um “projeto-piloto” considerado discriminatório pela oposição.

Enquanto negoceia o valor da despesa pública em Bruxelas, o Governo não divulga publicamente nem revela ao Parlamento as previsões de despesa para os próximos anos. A proposta de lei das Grandes Opções para 2024-2028 requer, por lei, a indicação das perspetivas para a despesa pública, mas o documento entregue ao Parlamento não as apresenta.

Uma “enorme injustiça e ilegalidade” foi a expressão que Mariana Mortágua utilizou para descrever a situação, que deixou no desemprego quase duas dezenas de trabalhadoras, algumas das quais trabalhavam na limpeza e manutenção do centro de saúde em Penafiel há mais de vinte anos.

A extrema-direita europeia tenta hoje disfarçar as suas velhas ligações a Vladimir Putin. Mas a aliança “Patriotas Pela Europa” - que o Chega acaba de integrar - tem Viktor Orbán como principal promotor. Dois dias antes de lançar este grupo, o primeiro-ministro húngaro esteve no Kremlin.

O partido apresenta queixa na Comissão Europeia devido a benefício fiscal que viola regras do PRR. Mariana Mortágua diz que “por detrás de discurso sobre empreendedorismo e inovação está montado um negócio de exploração de fundos públicos e benefícios fiscais”.

José Cesário foi notícia esta quinta-feira por ter nomeado um secretário com posições a favor de Salazar e de Franco. Mas as suas ligações com a extrema-direita não ficam por aqui. O nome de César do Paço também entra nesta história.

Vitório Cardoso é desconhecido do grande público mas conhecido como “facilitador” de negócios entre Portugal e a China. Admirador de Salazar e de Franco, dirigente e autarca do PSD mas presente em manifestações do Chega, foi nomeado secretário pessoal do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, passando a ter acesso a informação sensível.

Mariana Mortágua defendeu uma moratória à construção de hotéis, mais limites ao alojamento local e proibição de venda de casa a não residentes. E criticou o autarca lisboeta por ter deixado abrir dois hotéis por mês na cidade e o primeiro-ministro por trazer de volta as borlas fiscais para estrangeiros endinheirados.

A greve de 24 horas convocada pelo STRUP para 11 de julho é um protesto contra a falta de respostas da administração e da Câmara de Lisboa às reivindicações dos trabalhadores.

Na cerimónia organizada pela autarquia, a coordenadora bloquista reafirmou o seu compromisso com a causa do povo da região, que continua a reclamar o pagamento dos impostos por parte da EDP em relação às barragens ali instaladas.
 

Líder da comunidade lança campanha internacional para atacar o novo presidente do Conselho Europeu, afirmando que Costa representa “um perigo para as comunidades judaicas” europeias e “tem uma história de animosidade contra os judeus”. O seu irmão jornalista, Ricardo Costa, é outro alvo da campanha.

Mariana Mortágua esteve esta terça-feira no bairro autoconstruído em terrenos do IHRU em Almada, que ameaçou os moradores com a demolição das habitações para depois recuar face à mobilização.

Fabian Figueiredo criticou a procuradora por não prestar os esclarecimentos necessários, desvalorizar “o uso recorrente de meios intrusivos de prova”, lisonjear “o incumprimento de limites para detenção sem medidas de coação” e afirmar que há uma “campanha orquestrada” contra o Ministério Público, sem o esclarecer.

Mariana Mortágua reagiu à vitória eleitoral da esquerda em França sublinhando que é o programa da esquerda que pode vencer o neofascismo e o centrismo liberal “que é uma degradação das condições de vida e o empobrecimento das pessoas”.

Em Viseu, Mariana Mortágua criticou as propostas apresentadas esta semana pelo ministro das Finanças, por repetir as receitas de baixar impostos às maiores empresas e de apostar no aumento do turismo. 

O fim de semana de debates promovido anualmente pelo Bloco de Esquerda já tem local e data marcada. Inscrições abrem na próxima semana.

Entre os dias 25 a 28 de julho, jovens de todo o país encontram-se no acampamento Liberdade, no parque de campismo de S. Gião, em Oliveira do Hospital. São quatro dias de debate, camaradagem, música e festa, “abrindo caminhos à Esquerda”! O programa já foi divulgado e as inscrições ainda estão abertas.

O Governo anunciou que vai começar a descida do imposto pago pelas grandes empresas já no próximo ano até que este chegue aos 15% no fim da legislatura. Mariana Mortágua diz tratar-se de uma “enorme borla fiscal”.