Em comunicado, o CESP informa ter conseguido travar a transferência de uma trabalhadora do Pingo Doce para uma loja a 35 quilómetros da loja onde trabalhava.
A trabalhadora em causa é mãe solteira de dois filhos e o novo trajeto para o trabalho em transportes públicos obrigava-a a perder duas horas para chegar à loja onde o Pingo Doce a transferiu.
“O Pingo Doce não pode obrigar os pais a abandonar os seus filhos em casa para ir trabalhar”, diz o CESP, criticando a empresa por voltar a mostrar uma “insensibilidade total com os trabalhadores que exercem os seus direitos parentais”.
Com a providência cautelar, “conseguimos obrigar o Pingo Doce a recuar e colocar novamente a trabalhadora na loja onde sempre trabalhou”, congratula-se o sindicato, concluindo que “vale a pena lutar”.