SNS

Na missiva, na qual solicitam uma audiência com Marcelo Rebelo de Sousa, os médicos afirmam-se “exaustos e receosos de que o processo atualmente em curso de deterioração do SNS venha a ser irreversível” perante a “incompetência e má-fé do Ministério da Saúde”.

Primeiro dia de greve dos médicos conta com adesão de cerca de 95% e fica marcado por uma concentração no ministério da Saúde. Moisés Ferreira destaca que luta dos profissionais é fundamental para salvar SNS.

Proposta governamental sobre a grelha salarial e a dedicação plena dos médicos foi enviada aos sindicatos às três da manhã, a pouco mais de 24h da reunião com as estruturas sindicais. FNAM acusa o executivo de desrespeito e SIM considera que aumento de 1,6% “não faz qualquer sentido”.

Os cerca de 1.110 farmacêuticos do SNS fazem esta segunda-feira um dia de greve nacional de protesto contra a falta de resposta do Governo às suas reivindicações. E os médicos de família iniciaram a greve ao trabalho extraordinário convocada pelo SIM.

 

Enquanto o PS e a direita, perante o descalabro do SNS, se entretêm a discutir como enviar utentes do público para o privado, Mariana Mortágua apresenta quatro propostas concretas para atrair profissionais para o SNS e garantir que os utentes têm acesso a tempo e horas aos serviços.

O ex-diretor do Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução do Hospital Santa Maria foi ao Parlamento dizer aos deputados que as obras no hospital não tornavam necessário encerrar o bloco de partos.

Mariana lembrou que a transferência de uma grávida de risco do Hospital de Santa Maria para a CUF Descobertas, em Lisboa, contraria as garantias dadas pelo Governo. A coordenadora do Bloco acusa o executivo socialista de irresponsabilidade e de desistir do SNS.

Um dos hospitais privados para onde o Santa Maria está a encaminhar grávidas funciona apenas com dois obstetras por turno, em vez dos três exigidos na lei como mínimo.

Mariana Mortágua esteve na concentração dos médicos em frente ao Hospital de Santa Maria, que cumprem hoje o primeiro de dois dias de greve, convocada pela FNAM. Bloco pede aumento salarial de 40% para médicos em exclusividade sem aumento das horas extraordinárias.

Em poucos dias, Diogo Ayres de Campos foi demitido da direção do Departamento de Obstetrícia e perdeu a confiança institucional da Ordem dos Médicos. Mário Macedo e Bruno Maia denunciam “perseguição” e “saneamento” do obstetra, que se tornou “um incómodo para o Governo”.

A despesa com o trabalho dos médicos em regime de prestação de serviços ao SNS alcançou os 170 milhões de euros no ano passado, com 5,7 milhões de horas contratadas.

Na abertura da interpelação ao Governo sobre o estado do Serviço Nacional de Saúde, Mariana Mortágua diz que o executivo insiste em fazer "remendos aflitos" e virou a cara aos alertas lançados por António Arnaut e João Semedo.

Cerca de mil pessoas participaram este sábado na manifestação cidadã “O povo merece +SNS”, que desceu desde o Largo de Camões até à Assembleia da República. Profissionais de saúde e utentes exigiram um efetivo investimento no SNS e a valorização dos seus profissionais.

A médica de família Sara Ferreira explica que os profissionais sentem que não estão a “prestar os cuidados que as pessoas necessitam por falta de recursos”. Sobre o movimento “Mais SNS”, diz que “surge da urgência em lutar pelo que é certo”. Este sábado há manifestação em Lisboa às 15h, no Largo de Camões.

Enfermeiro Especialista de Saúde Materna e Obstetrícia, Luís Mós fala sobre os cuidados materno-infantis e a importância da manifestação “O povo merece +SNS” este sábado, às 15h, no Largo de Camões, em Lisboa.

Os elogios do ministro da Saúde ao concurso para médicos de medicina geral e familiar que deixou mais de dois terços das vagas por preencher são um sinal de que o Governo "está alheado da situação real das pessoas", diz o movimento +SNS.

“Que se lixe o circo, queremos as nossas vidas” é o título de um novo apelo à participação na manifestação em defesa do SNS no dia 3 de junho às 15h no Largo Camões, em Lisboa.

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou esta quinta-feira duas greves a 28 e 30 de junho. Melhores condições de trabalho, a contratação de mais profissionais e a contagem de pontos para efeitos de progressão na carreira constam do caderno reivindicativo.

A FNAM diz que a paciência dos médicos se está a esgotar enquanto o Governo insiste em não apresentar uma proposta negocial para as grelhas salariais da classe.

O Esquerda.net ouviu médicos, dirigentes sindicais, estudantes de Medicina e utentes sobre a importância da manifestação cidadã “O povo merece +SNS”. A iniciativa decorrerá no próximo dia 3 de junho, em Lisboa, com o ponto de encontro agendado para as 15h no Largo de Camões.