SNS

No final de abril havia mais 380 mil utentes sem médico de família do que em relação ao mesmo mês do ano passado, revela o portal da transparência do SNS.

Catarina Martins afirmou que em três anos e meio o PS conseguiu fazer com que o país passasse de 641 mil utentes sem médico de família para quase um milhão e 700 mil. A ausência de ação do executivo, alerta, alimenta a deterioração do SNS.

Catarina afirmou que “nem António Costa, nem Marcelo Rebelo de Sousa, e muito menos a direita, querem falar do que importa ao país”. “Ninguém teve uma palavra a dizer” sobre a decisão do BCE de aumentar os juros, a luta dos professores, o ataque ao SNS ou os lucros excessivos da banca e da energia.

A FNAM reagiu ao anúncio da abertura de 1.500 vagas para médicos hospitalares, afirmando que "sem valorização das grelhas salariais não será possível atrair os médicos para o SNS".

Quinhentos profissionais e utentes do SNS, entre eles artistas, escritores e sindicalistas de diversos quadrantes, juntam-se em iniciativas já no próximo fim de semana.

O número de quem não pode comprar medicamentos é um dos dados do estudo da Universidade Nova. A maioria dos portugueses quer mais investimento em profissionais de saúde para o SNS.

Federação Nacional dos Médicos não aceita “jornadas diárias de 12 horas, sem limite de horas extraordinárias nem valorização salarial”. Em resposta, frisa “nem uma hora a mais” e anuncia que “os médicos deixarão de fazer horas extra depois das 150 horas anuais obrigatórias”.