Política

A Câmara do Porto quer vender 22 imóveis do Morro da Sé, alegando não ter conseguido financiamento do PRR nem candidatos à reabilitação dos edifícios degradados. Orçamento camarário foi aprovado com o voto contra do Bloco e CDU.

Mesa Nacional do partido decidiu, por unanimidade, votar contra o Orçamento para 2023. Catarina Martins lamentou que o Partido Socialista opte por não valorizar salários e pensões e beneficie uma “economia predatória dos lucros rápidos que está a causar tantas dificuldades no país”.

Iniciativa entregue no Parlamento recomenda ao Governo que não se faça representar no Mundial de Futebol e condene publicamente as violações dos direitos humanos no Qatar. Organização do Portugal-Nigéria impediu entrada de camisolas da Amnistia Internacional.

No ano passado, o investimento associado ao SIFIDE caiu 2,6% face ao declarado em 2020. Este ano, as empresas pedem créditos fiscais da ordem dos 685 milhões de euros.

Este partido não classifica o sucedido como invasão, o que o ex-secretário-geral da CGTP e atual militante de base do PCP critica, acrescentando que esta posição “não foi só um problema de comunicação”.

Mariana Mortágua reagiu à notícia dos crimes cometidos por agentes da autoridade nas redes sociais considerando que, a confirmarem-se, estamos perante "um problema grave e estrutural de infiltração da extrema-direita". O Bloco quer ouvir o ministro da Administração Interna no Parlamento.

Partido questionou todas as unidades hospitalares sobre a efetividade do exercício deste direito, verificando que ainda perduram limitações em alguns hospitais. E anunciou a entrega de um projeto de resolução em nome de “um SNS mais humanizado”.

Proposta vai ao encontro do desejo dos mercados de capitais. "A direita ultraliberal chegou ao poder e ninguém deu por nada?”, questiona o eurodeputado José Gusmão.

As regras encontram-se atualmente suspensas mas voltarão a vigorar em 2024. E podem contemplar a proposta apresentada na quarta-feira pela Comissão Europeia, se o processo legislativo for completado a tempo.

Em Lisboa marchou-se em nome de uma transição climática justa. Catarina Martins exigiu "ação concreta" e "coragem política para fazer frente ao poderosíssimo lóbi dos combustíveis fósseis".

No Encontro do Trabalho do Bloco, Catarina Martins salientou que vivemos o maior corte de rendimento real desde a Troika e lucros das grandes empresas sobem. O acordo de concertação social dita que patrões ganham sempre e podem aumentar ou não salários se quiserem. Falou ainda das propostas de revisão constitucional sobre trabalho.

Catarina Martins insurge-se contra o pedido de intervenção policial da direção da FLUL e diz que “se alguém esqueceu os princípios básicos da democracia, não foram os estudantes”, mencionando que há um cheiro a “bafio fóssil”.

Numa "Gala Anticlimática" em que se lembraram nomes de poluidores e seus apoiantes, Catarina Martins saudou as lutas pelo clima e apresentou as propostas de revisão constitucional do Bloco no domínio climático apesar de criticar o facto de PS e direita usarem esse debate para fugirem ao problema do empobrecimento.

O partido pretende reforçar o sentido de justiça económica, social e climática da Constituição da República Portuguesa, partindo do “espírito original de garantia democrática e tradição solidária, que constitui a matriz fundadora da nossa Constituição”. Conhece aqui a proposta na íntegra.

Em declarações à comunicação social, no final de uma reunião no Infarmed, Moisés Ferreira defendeu o regresso da baixa paga a 100% e dos testes gratuitos. O bloquista apelou também a que o Ministro da Saúde deixe de estar “em negação” relativamente às dificuldades do SNS.