O governo guardou o documento da Comissão de Acompanhamento a Urgências de Ginecologia, Obstetrícia e Bloco de Parto, “teimando em não informar sobre que medidas está a preparar”, diz Catarina Martins. Entretanto não dá garantias sobre encerramento de maternidades ou possibilidade de cobrar taxas moderadoras às mulheres grávidas.