Apesar das manobras para tentar adiar a efetivação da despenalização da morte medicamente assistida, o Parlamento aprovou pela terceira vez a lei com votos a favor do Bloco, de grande parte dos deputados do PS, da IL, do PAN e do Livre e de seis deputados do PS e os votos contra do Chega e do PCP. Marcelo ainda tem poder de veto.