Política

De acordo com a DECO/Proteste, o cabaz alimentar básico subiu mais 4 euros na última semana, atingindo um novo máximo histórico. Governo aposta na “autorregulação”, esperando que as empresas “façam uma oferta de produtos que sejam sensíveis a este clima”.

No arranque da greve da Função Pública, Catarina Martins esteve no piquete dos Estaleiros Municipais da Amadora. E defendeu que "controlar os preços e aumentar os salários é a única forma de proteger a economia portuguesa".

Na resposta ao requerimento apresentado pelo Bloco, o presidente da Federação de Futebol diz que não vai fornecer aos deputados os contratos que estão sob a mira do fisco. PS e PSD chumbaram o pedido de audição a Fernando Gomes. "De que têm medo?", pergunta Mariana Mortágua.

Pedro Filipe Soares reagiu aos chumbos do PS a ouvir governantes no caso da Federação Portuguesa de Futebol e dos trabalhadores dos bares dos comboios. E diz tratar-se de “uma tentativa ainda mais musculada de silenciar a Assembleia da República e de a tornar refém dos humores da maioria absoluta”.

O Bloco vai insistir em ouvir a administração da CP e o sindicato. Isabel Pires diz que “acima de tudo, soluções são urgentes” porque há 130 pessoas com o emprego em risco.

Depois de em julho passado prometer uma "profunda reforma", a Comissão Europeia recusa-se agora a mexer nas regras da formação de preços no mercado da eletricidade. Em Estrasburgo, Marisa Matias questionou a comissária da Energia sobre este recuo.

Em resposta aos apelos da Comissão para que os países comecem a retirar as medidas criadas para enfrentar a perda do poder de compra, Fernando Medina disse que o Governo vai "ajustar" os seus apoios anticrise.

A situação “é do ponto de vista laboral e económico inaceitável e do ponto de vista social de uma enorme violência”, afirmou Catarina Martins na concentração realizada no Porto. Bloco chamou o ministro das Infraestruturas, João Galamba, ao Parlamento.

No jantar de aniversário do Bloco no Porto, Catarina Martins lembrou que "há uma elite que enriquece crise após crise", agora no preço dos alimentos ou nos juros, enquanto o Governo nada faz e a grande distribuição e a banca anunciam os maiores lucros de sempre.

Em resposta à pergunta do Bloco sobre a situação do trabalhador vítima de assédio, o Governo disse que a inspeção da Autoridade para as Condições do Trabalho não encontrou irregularidades.

Na reação à entrevista televisiva do Presidente da República, o líder parlamentar do Bloco afirma que Marcelo também é responsável pelo "ano perdido", ao acompanhar o Governo nas suas escolhas estruturantes.

A última reunião negocial não trouxe soluções para os 130 trabalhadores que têm o salário em atraso e o posto de trabalho em risco. Para salvaguardar os seus direitos, o Bloco quer esclarecimentos do Governo e da CP no Parlamento.

Após o deputado da Iniciativa Liberal ter rompido o acordo em que dava apoio ao Governo PSD/CDS/PPM, o coordenador regional bloquista António Lima afirma que este foi mais um sinal da "governabilidade decadente" na Região.

Milhares saíram às ruas em 12 cidades do país exigindo igualdade e respeito no seu tempo de vida e não daqui a 300 anos, como a ONU estima. Catarina Martins destacou a participação de mulheres jovens na mobilização como “um dos momentos mais extraordinários que o país tem”.

A Azores Airlines tem uma dívida de 285 milhões de euros à SATA. Esta dívida não surge no caderno de encargos da privatização. Para os bloquistas açorianos, isto seria “pagar para vender uma companhia aérea que é fundamental para as ligações ao exterior da Região”.