Pedro Filipe Soares frisou que o Bloco confrontará o Governo com as limitações da sua própria proposta e apresentará medidas que visam limitar os abusos da grande distribuição através do controlo de preços.
Beatriz Gomes Dias diz ser necessário “parar para pensar, debater e planear, envolvendo especialistas e cidadãos” na definição de um plano municipal para o turismo sustentável.
Com a descida do IVA o Governo “está a dizer que o país está a saque e a grande distribuição tem carta branca para poder continuar a saquear o país”, afirma Pedro Filipe Soares. O Bloco propõe que os preços destes alimentos sejam tabelados.
Catarina Martins diz que a descida de 6% no IVA dos alimentos essenciais não compensa a subida de mais de 20%. Em frente ao Pingo Doce em Rio Tinto, lembrou que em Espanha os supermercados demoraram 15 dias a absorver a diferença para os seus lucros.
Em 2022 houve mais de 500 inquéritos pelo crime de violação. Quinta-feira o Parlamento volta a discutir a proposta do Bloco para que o crime de violação passe a ser considerado crime público.
Na primeira ação de campanha para as eleições legislativas regionais na Madeira, Catarina Martins afirmou que o executivo de António Costa “chega muito tarde, já quando as pessoas estão muito desesperadas, faz pouco e não para toda a gente”.
Pedro Filipe Soares respondeu aos anúncios do Governo, dizendo que as medidas são "insuficientes" e é uma irresponsabilidade este ter tido “uma almofada financeira que não usou”. Bloco quer respostas do ministro da Economia na próxima quarta-feira durante a interpelação parlamentar ao Governo.
Mariana Mortágua diz que Marcelo Rebelo de Sousa "constatou o óbvio" e que sem as "medidas folclóricas", o pacote do Governo é na prática "igual ao do PSD". E anunciou que o Bloco vai propor tetos máximos para o arrendamento que sejam "adequados aos valores dos rendimentos em Portugal".
O autarca lisboeta inaugurou uma residência para estudantes com quartos entre 700 e 1.100 euros mensais. Federação Académica de Lisboa recusou convite para participar. Vereadora bloquista acusa Moedas de promover "negócios privados que não resolvem a crise na habitação que afeta os estudantes”.
O Bloco apresenta-se às eleições da Madeira deste ano criticando o governo regional por não tomar as medidas necessárias para proteger” as populações da crise e por normalizar “a extrema-direita racista, xenófoba e homofóbica”.
Milhares de trabalhadores desceram este sábado a Avenida da Liberdade exigindo um “aumento geral dos salários e pensões”. Catarina Martins critica o governo por “não ter feito quase nada”, só “anúncios” e coloca-se do lado de quem se manifesta “por um país que tenha o básico: respeitar quem trabalha”.
No jantar de aniversário do Bloco, Catarina Martins saudou a decisão do TPI sobre Putin, mas disse que não se deve “recuar um milímetro na exigência de julgamentos de todos os crimes de todas as guerras”.
Entre as medidas chumbadas está a que visava impedir que familiares de governantes se candidatem a fundos europeus. Pedro Filipe Soares lamenta que PS tenha optado por manter “uma lei com limitações conhecidas e insuficiências descaradas”.