Opinião

Manuel Afonso

Pela influência que têm na luta mais importante dos nossos tempos, a luta climática, as ideias do académico sueco Andreas Malm merecem uma reflexão séria e uma leitura crítica. Até mesmo uma resposta polémica. Nesta luta, como em todas, não há profetas intocáveis.

Almerinda Bento

Não, não é nenhum número mágico. São 6 Anos, 6 Meses e 23 Dias que foram roubados aos professores, um tempo de serviço na carreira que foi cumprido e que o governo de maioria absoluta do PS tem negado aos professores.

Luís Fazenda

Foi por conveniência partidária que o PS nunca criticou Sócrates ou para não perturbar a continuidade do grupo político-social que se movimenta entre cargos e empresas?

Miguel Guedes

Por vezes, parece que uma parte da táctica deste Governo é fazer figura de corpo presente e que esse prémio de assim existir é bastante, mais do que suficiente para manter a Oposição aos papéis, sem discutir aquilo que verdadeiramente interessa ao país.

Jorge Costa

A decisão de reduzir a remuneração dos certificados de aforro é o último desaforo lançado pelo governo às pessoas que trabalham.

Deolinda Martin

Quem vive da sua pensão ou da sua reforma sabe bem os malabarismos que a maioria absoluta do PS tem feito, para tornear o necessário aumento para que os idosos possam fazer frente também ao crescimento da inflação.

José Soeiro

Há palavras que transportam visões alternativas da vida e, se nos transportam com elas, podem ser metáforas da vida verdadeira.

António Lima

É essencial um olhar para as questões de fundo que o crescimento desordenado do turismo levanta nos Açores.

Francisco Louçã

Cavaco Silva quis derrubar Santana Lopes, aliou-se a Sócrates e depois desaliou-se, atacou Marcelo Rebelo de Sousa, tudo sempre pela mesma razão, a sua tutela do PSD.

João Pedro Silva

Os trabalhadores dos bares dos comboios mantiveram durante 59 dias uma vigília nas estações de Campanhã e Santa Apolónia, realizaram ações de protesto, ocuparam linhas e com a sua luta conseguiram ser reintegrados com todos os direitos e regalias.

Bruno Maia

Não temos a força do dinheiro. Não controlamos a comunicação social. Recusamos o populismo e a mentira como estratégia política. Resta-nos o mais importante. A rua. A rua é a nossa força. E sejamos honesto, é também a nossa alegria.

A defesa dos serviços públicos não é um encargo dos seus profissionais, mas sim uma luta que é do interesse de todos. O acesso equitativo a cuidados de saúde de qualidade garante coesão social, desenvolvimento económico e viabilidade de projetos de vida.