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Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

23 de Fevereiro, 2020 - 13:47h

Um jogador, pés de barro ou de tijolo, que marca em seis jogos consecutivos na Liga dos Campeões do ano passado, ultrapassando o recorde de Mário "voando entre os centrais" Jardel.

16 de Fevereiro, 2020 - 10:02h

Uma síntese do que se escreveu quando já nada mais há a dizer. Morrer não é só uma fatalidade quando morrer é quase uma obrigação. É dignidade pelo livre arbítrio e pela escolha individual, o fim de um sofrimento atroz.

12 de Fevereiro, 2020 - 10:40h

Nada como um debate orçamental para se fazer luz sobre a nova geografia da Assembleia da República.

2 de Fevereiro, 2020 - 11:01h

O caso prático da teoria das válvulas de escape sofreu um rude golpe no 28.º Congresso do CDS. Ei-los, mais jovens e mais conservadores do que nunca, liderados por Francisco Rodrigues dos Santos, eleito presidente.

26 de Janeiro, 2020 - 22:27h

Há um novo desporto em Portugal que, sendo praticado por boa parte das elites do poder financeiro português, corre o risco de se transformar em competição olímpica.

12 de Janeiro, 2020 - 11:40h

Há povos que se apresentam no Primeiro Mundo com uma latente incapacidade para resolver puzzles geográficos.

6 de Janeiro, 2020 - 12:15h

Espanta-me a facilidade com que algumas pessoas ainda se espantam. E esta perplexidade cresce com o espanto que tantos mostram pela vacuidade dos discursos oficiais de Ano Novo.

31 de Dezembro, 2019 - 21:58h

Sabemos como se anunciou o fim da história de algumas instituições destes reis magos. Tem custado muito ao Estado e ao bolso de cada um de nós.

24 de Dezembro, 2019 - 12:56h

O Governo entende que pode fazer caminho a sós, refastelado numa proverbial prosápia de retoma. Já o PS parece mais preocupado em potenciar uma maioria absoluta do que em desenvolver pontes.

14 de Dezembro, 2019 - 14:35h

O episódio protagonizado por Ferro Rodrigues, repreendendo André Ventura pela excessiva utilização das palavras "vergonha" e "vergonhoso" em plena Assembleia da República (AR), é um exemplo do que não deve ser feito para sinalizar maus comportamentos e desmascarar fraudes.

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