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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

21 de Setembro, 2020 - 20:41h

Esta será a maior armadilha da primeira campanha eleitoral que se realizará em Portugal sob a égide das técnicas trumpistas. Batalhões de perfis falsos marcharão pelas redes, os insultos esvoaçarão e serão repetidas as deixas que resultaram noutros países.

20 de Setembro, 2020 - 19:05h

Um romance biográfico, “Trencadis”, de Caroline Deyns, publicado no mês passado em França e ainda sem tradução prevista para português, lembra-nos uma extraordinária artista plástica franco-americana, Niki de Saint Phalle (1930-2002). Por Francisco Louçã.

18 de Setembro, 2020 - 21:13h

[O Orçamento] talvez só tenha dois caminhos, ou um ajustamento que aceite uma recessão profunda por dois anos, ou uma política social de proteção alargada.

14 de Setembro, 2020 - 22:14h

Ao renunciar à educação democrática e universal, esta direita ganhou um tema mas desistiu dos seus filhos.

11 de Setembro, 2020 - 21:02h

A eleição é importante não por decidir o que está decidido, o Presidente do próximo mandato, mas antes por ajudar a situar os braços de ferro que hão de fazer a vida social.

7 de Setembro, 2020 - 21:37h

Os velhos liberais que se cuidem, o seu tempo passou. A milícia das propostas liberais está agora na extrema-direita.

4 de Setembro, 2020 - 10:31h

Esta montanha-russa de bolsas que caíram e agora estão delirantes diz pouco sobre a economia e demasiado sobre a finança.

28 de Agosto, 2020 - 10:37h

Teria pouco sentido voltar agora aos braços de uma teoria destruidora, que sugere que se congele ou reduza o salário real para incentivar as empresas a criarem emprego. Aumentar o salário mínimo é das decisões mais ponderadas que se pode tomar para 2021.

21 de Agosto, 2020 - 10:35h

Há duas formas de rejeição da vacina: a das teorias da conspiração da extrema-direita e a da reivindicação liberal contra o intervencionismo de políticas sanitárias públicas.

14 de Agosto, 2020 - 21:30h

Na relação com a China, Trump opta pela tensão máxima. Mas é a economia que manda no conflito, o que o torna mais imprevisível do que o confronto EUA-URSS.

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