Pela primeira vez na História do país, a Colômbia elege um presidente de Esquerda, Gustavo Petro. E o sinal pode ser farol: "Estamos a escrever História neste momento, uma História nova para a Colômbia, para a América Latina e para o Mundo".
As Marchas LGBTI+ são um momento de celebração da forma como se ama e como se é, mas também um momento de luta pela igualdade e inclusão, em combate à intolerância e à discriminação.
O crime indignou além fronteiras porque Dom Phillips e Bruno Pereira são símbolo de duas realidades indivisíveis: a esperança e coragem de quem levanta os braços, num mundo que nos faz pensar que talvez não estejamos assim tão longe da queda do céu.
Angra do Heroísmo é património mundial da UNESCO. Porém, a política da Câmara Municipal passa pela total descrença no património de Angra e o presidente da Câmara prefere investir o dinheiro público numa empresa de advogados “especializados” para levar a sua “birra” destrutiva avante.
Os problemas estão mais que diagnosticados. Défice imenso de profissionais com vínculo estável ao SNS, com carreiras paralisadas ou desrespeitadas, tudo a convidá-los e aos doentes a irem para um setor privado agressivo, ficando o SNS como retaguarda para o que é difícil e para os pobres.
O trabalho tem vindo a perder e a inflação é a prova do poder do capital, explicam economistas da Reserva Federal. Se conhecessem o Governo, saberiam como o monetarismo impôs a sua lei.
O poder local tem um papel determinante na vida das pessoas e uma intervenção direta e próxima das necessidades, aspirações e qualidade de vida da população. Para isso deve criar mecanismos de decisão democráticos através de instrumentos coletivos de ampla participação.
O poder da indústria fóssil impõe uma nova dinâmica extrativista. Só a mobilização social pode travar a barbárie. O petróleo e gás fóssil extraídos nas novas explorações provocarão a emissão de pelo menos mil milhões de toneladas de CO2 para a atmosfera.
Para os liberais, a segregação territorial, com os ricos a tomarem conta das zonas centrais e os pobres a serem expulsos para as periferias, é simplesmente a beleza do mercado a funcionar.
A despesa do SNS com externalizações e contratualizações tem aumentado ano após ano. E de cada vez que aumenta o SNS fica mais degradado. Na verdade, a receita liberal é que tem sido o problema do SNS. Recorre-se demais (e não de menos) ao setor privado.
Não há receitas mágicas e cada caso é um caso. Mas podemos tirar conclusões da experiência, recente e antiga: por algum motivo a palavra “união” é, em várias línguas, sinónimo de sindicato. Pois é ela que faz a força.
Pela segunda vez em menos de dez dias, a urgência de ginecologia/obstetrícia do Hospital de Braga encerrou. É fundamental enfrentar este problema com seriedade, dignificar as carreiras e os salários dos profissionais e reforçar o Serviço Nacional de Saúde. A gestão privada não é e nunca foi a solução.