Um regime sem apoio popular que se mantém no poder através do recurso à força: é assim a Rússia de hoje. A deterioração da situação económica põe em causa a legitimidade do Kremlin, mas a força da repressão não deixa entrever qualquer revolta popular.
A segunda volta das eleições presidenciais será disputada a 21 de junho por Abelardo de la Espriella, que surpreendeu este domingo com 43% dos votos, e Iván Cepeda, com 41%. Gustavo Petro denuncia uma possível fraude de mais de 800.000 votos.
Ao entrar na cena política após o fracasso eleitoral do Partido Trabalhista, o antigo primeiro-ministro britânico defende mais inteligência artificial, menos ambições ecológicas e sociais e menos imigração. Um conservadorismo que vai ao encontro dos interesses dos seus doadores.
Xi Jinping visa provavelmente aproveitar o momento “Trump-Irão” para estabelecer um equilíbrio de forças mais favorável à China, com vista ao pós-Trump, como um facto consumado.
Os rabinos progressistas mais importantes do Reino Unido foram diretos ao reconhecer o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa honesta: a trajetória de extrema-direita e cada vez mais assassina de Israel representa uma “ameaça existencial” para o judaísmo.
A quem é que estão a saudar? Como é que conseguem continuar a desfilar como se nada tivesse acontecido, como se Israel não tivesse cometido crimes, como se não se tivesse tornado um Estado pária em todo o mundo? Não têm vergonha?
Decisão segue-se à recusa israelita de investigar os repetidos casos de agressões sexuais contra palestinianos por parte dos militares, guardas prisionais e colonos. Ministro da Defesa diz que a limpeza étnica de Gaza vai continuar.
Para além do que se possa delimitar penalmente entre o legal e o ilegal, é evidente que essa política dos negócios é radicalmente incompatível com uma poli-ética coerente por parte de uma esquerda que pretenda ser transformadora e alternativa.
Entre os dez ativistas está uma cidadã portuguesa. Governo diz estar a acompanhar a situação, de que teve conhecimento pelo menos há seis dias, quando foi questionado pelo Bloco de Esquerda.
Dezenas de milhares de pessoas encheram as ruas de Madrid para protestar contra a “máquina de empobrecimento e expulsão” em que se transformou o mercado imobiliário. Outras marchas realizaram-se no fim de semana em Saragoça, Teruel, Badajoz e Guadalajara.
Stéfanie Prezioso conversou com Salvatore Cannavò, membro da redação da Jacobin Italia, colaborador do Fatto quotidiano e diretor da editora Alegre. No centro da discussão: como é que a esquerda mais à esquerda pode recuperar terreno em Itália?
Numa decisão inédita, um tribunal de Haifa considerou dois homens culpados de “incitamento indireto ao terrorismo” depois de terem participado num protesto contra a guerra. Os advogados alertam que isto cria um precedente perigoso.
Washington passou décadas a proteger terroristas cubanos no exílio, ao mesmo tempo que criminalizava a resposta de Cuba a esses atos. A acusação contra Raúl Castro é o mais recente capítulo dessa história — e um pretexto para algo muito pior