Se há vontade de rever a legislação laboral, então que tal seja feito de forma a avançar na recuperação de direitos, repor o que foi retirado pela troika e Passos Coelho/Paulo Portas, e redesenhar o futuro do Trabalho em Portugal.
O primeiro-ministro pode trazer discursos motivacionais, tal como o Executivo camarário bem pode apostar em iluminações de Natal. No entanto, as luzes não duram o ano inteiro e não há palavras que resolvam os problemas do país.
Os salários são pequenos e cada dia de trabalho faz falta para poder pagar as contas ao fim do mês, mas a importância do momento exige que os trabalhadores lutem e saiam à rua pelo justo direito ao trabalho e a uma vida boa, pela sua dignidade e pelo futuro das próximas gerações de trabalhadores.
O Bloco fica de fora dos Órgãos autárquicos, não por falta de esforço ou de reconhecimento das e dos barcelenses, mas sim devido ao contexto destas eleições e à situação que o partido enfrenta, a nível nacional.
Barcelos e os barcelenses precisam de mais e melhores respostas. Para isso, é necessário contar com as e os representantes que, de facto, melhor servem as populações. Só assim poderemos andar para a frente.
Falemos sobre o que Israel, os EUA e a União Europeia estão a fazer e os crimes que cometem. Continuemos a falar, porque só assim conseguimos ver a nossa própria Humanidade.
Nada disto é novo, pelo contrário, ao longo da História da Humanidade não faltam lições que ilustram isso mesmo. Resta-nos, agora, olhar para o futuro e construí-lo.
Perante a ameaça de um Governo com a presença da extrema-direita, mas também a possibilidade da estagnação e austeridade de um Governo do centrão, é preciso uma alternativa de esquerda, séria e corajosa.