Sociedade

Uma centena de professores e investigadores da Universidade de Coimbra dizem ser "inaceitável alguém ser despedido sem a realização de um inquérito" e exigem que os factos que levaram ao despedimento sejam averiguados.

Vários coletivos insurgem-se contra a "Pride Party" que o apartheid israelita promove esta quarta-feira no bar Finalmente. Comunidade palestiniana convoca protesto e diz que "o amor vencerá contra o preconceito, o racismo e a violência".

A data era simbólica porque coincidia com o tempo de serviço congelado aos professores desde o tempo da Troika. No Porto, Mário Nogueira classificou os governante de prepotentes, arrogantes e irresponsáveis. Em Lisboa, Mariana Mortágua salientou que os professores defendem a escola pública e o Governo usa uma “chantagem permanente”.

Os organizadores das manifestações de 1 de abril convocam novo protesto contra as medidas do programa do Governo que "acentuam a especulação" e põem "os contribuintes a pagar os lucros dos senhorios".

A revisão ao Código de Trabalho abriu a possibilidade de empresas e trabalhadores definirem um valor mensal fixo de compensação por acréscimo de despesas em teletrabalho, prevendo uma portaria a definir um limite para esse rendimento não ser sujeito a taxação. Mas até agora nada avançou.

Esta terça-feira, os professores voltam à luta com um dia de greve e manifestações em Lisboa e no Porto. O pretexto é a coincidência da data com os seis anos, seis meses e 23 dias de tempo de serviço congelado desde o governo de Passos Coelho.

A Braga Fora do Armário organizou a "XI Marcha LGBTQIAP+ de Braga" e comunicou a iniciativa à Câmara local. A polícia não a escoltou alegando não ter sido informada. Os ativistas não ocuparam as estradas mas marcharam na mesma. O Bloco quer explicações da autarquia.

Os apanhadores ganham o mínimo, são explorados e coagidos num negócio milionário que não paga impostos e exporta sem controlo sanitário.

Os trabalhadores europeus do grupo mexicano Sigma, que detém a Nobre Alimentação, manifestaram “repúdio e indignação” pela recusa da administração da empresa portuguesa de todas as propostas feitas pelos trabalhadores.

Relatos dão conta de “episódios constantes de repressão e coação” contra os trabalhadores. Sindicato confirma que recebeu denúncias, mas diretor do Museu garante que acusações são “completamente infundadas”.

O regulador do mercado de capitais brasileiro condenou o ex-administrador da PT por ter concedido a si próprio um bónus milionário em 2014.

Um estudo da DGS concluiu que as crianças continuam a ser expostas a anúncios online de bebidas e alimentos não saudáveis, apesar de a lei o proibir desde 2019.

Os patrões da distribuição não queriam arcar com o custo de encontrar alternativas aos sacos usados para pão, frutas e legumes em supermercados. O Governo cedeu e vai fazer os clientes pagarem os sacos em vez de os proibir, como estava previsto.

Centenas de trabalhadores das IPSS saíram esta quarta-feira às ruas no Porto para exigir salários dignos e condições para exercer as suas profissões. José Soeiro esteve presente em solidariedade e diz que o grito das trabalhadoras tem de chegar a patrões e Governo “e continuar a soar até que as coisas mudem”.

Paralisação contesta a ameaça de retirada dos revisores nos comboios que circulam vazios. Vários sindicatos desconvocaram a greve após receberem garantias do secretário de Estado.

O dirigente sindical Pedro Faria frisa que é tempo de estes trabalhadores, “justamente considerados essenciais”, deixarem de receber “salários de miséria” e terem melhores condições de trabalho e carreiras dignas.

Comissão de Trabalhadores refere que a situação é “insustentável” e exige que, nas próximas duas semanas, a empresa “tome medidas efetivas e objetivas” para acabar com a sobrecarga de trabalho.

Tripulantes da EasyJet acusam transportadora de "precarização e discriminação" face aos outros países. Sindicato diz que as negociações continuam num impasse.

A realização de exames nacionais em dias feriados nalguns municípios sem pagamento de trabalho suplementar é contestada pela federação sindical dos professores, que também acusa o Ministério de ter dado orientações às escolas para limitar as avaliações de Muito Bom e Excelente.

Em luta há vários meses, os funcionários judiciais continuam sem resposta do Ministério da Justiça às suas reivindicações que o próprio Governo reconhece como justas.