Sociedade

“Não faz sentido retirar atos que são próprios dos advogados e solicitadores”, sublinhou a bastonária da Ordem dos Advogados no protesto que juntou muitos profissionais no Campus de Justiça.

Reitores defendem que o Orçamento do Estado deve atribuir às instituições verbas consignadas ao emprego científico. Dois mil investigadores terminam contrato este ano e desconhecem o futuro.

Milhares de pessoas estiveram nas ruas de Lisboa neste sábado para a 24ª Marcha do Orgulho LGBT+. Por isso, Mariana Mortágua constatou que “temos um país que se alegra por uma vida sem medo” apesar do “muito que ainda falta conquistar”. E a organização sublinhou duas dessas coisas: o direito ao emprego e à habitação.

Em 2011, os salários dos jovens com ensino superior em Portugal eram em média 50% acima dos que tinham o ensino secundário. Diferença caiu para 27% no ano passado.

A cidade de Évora acolhe esta sexta-feira a sua primeira Marcha do Orgulho LGBTQIA+. Na véspera, três indivíduos vandalizaram a exposição "Missiva de Amor e Ódio" e manietaram o funcionário da autarquia que cuidava do espaço.

A petição pública "Viver o recreio escolar sem ecrãs de smartphones" ultrapassou as 16 mil assinaturas e pode ser debatida no Parlamento. Mas o PS diz preferir manter tudo como está.

Mais de 300 trabalhadores de limpeza industrial estão esta quinta-feira em greve. No aeroporto de Lisboa, exigem a aplicação do acordo de trabalho. Na Universidade do Minho, reclamam o pagamento do subsídio de natal e da metade em falta do salário de dezembro.

A 14ª edição da festa promovida pela associação SOS Racismo realiza-se a 17 e 18 de junho na Ribeira das Naus. E volta a trazer os saberes, sabores e sons de várias partes do mundo num encontro da lutas contra todas as formas de discriminação.

Os alunos do ensino profissional vêm de meios familiares com menos escolarização e mais desfavorecidos e acabam o ensino obrigatório mais tarde e com classificações mais baixas, segundo um estudo agora divulgado.

Os trabalhadores fizeram greve esta quarta-feira e denunciam as dificuldades que enfrentam por causa dos atrasos nos pagamentos.

Os grandes incêndios de Pedrógão Grande foram há seis anos. A distrital do Bloco lembra esse “ano catastrófico” e lamenta as perdas. E acrescenta que os governos do Partido Socialista “nada mudaram neste panorama”, acusando-os de se dedicarem a “criar ilusões e a enganar as populações rurais”.

Fenprof, FNE e outros sete sindicatos admitem parar as greves se o Governo se comprometer a reabrir as negociações até ao fim do ano escolar.

Paralisação na empresa de gestão de resíduos arrancou às 0h de segunda-feira e decorre até às 24h de sexta. Deputada bloquista Isabel Pires esteve no piquete que deu início à greve.

 

Os lucros da Caixa estão em níveis recorde ao mesmo tempo que a carga de trabalho cresce, fecham agências e saem trabalhadores. O “emagrecimento cego da estrutura em geral” é “alarmante”, diz a Comissão de Trabalhadores.

Acusações falsas baseadas em informação compilada pelo ChatGPT resultaram numa queixa à justiça nos EUA. Em causa está saber se as empresas de inteligência artificial gozam da mesma proteção dada aos motores de busca.

Num protesto contra a exploração animal em parques zoológicos, dois ativistas entraram este domingo no tanque dos golfinhos e obrigaram o Zoomarine a suspender o espetáculo.

O que os move é uma visão infantil de liberdade. Violentos e misóginos, creem-se oprimidos. Mas, pobrezinhos, só desejam que a roda do mundo gire a seu favor, sem contrapartidas. Por Henrique N. Sá Earp.

Fábrica de escapes é a empresa do grupo com melhores resultados em Portugal, mas os seus trabalhadores são os mais mal pagos.

No final da reunião com a comissária europeia da Coesão e Reformas, o eurodeputado José Gusmão disse que ficou reforçada a sua "perplexidade" com a demora nos apoios aos antigos trabalhadores da refinaria de Matosinhos, encerrada há dois anos.

Os trabalhadores querem “negociações sérias” e protestam contra a “cláusula sobre a adaptabilidade” que, alegam, “pode significar jornadas de trabalho de 9,5 horas diárias, sem compensação monetária e sem intervalo para descanso, além da desregulação sistemática da vida pessoal e familiar dos trabalhadores”.