Política

Mariana Mortágua diz que Portugal continua “a ser usado para lavar dinheiro, desta vez pela oligarquia russa, sem que isso desperte o interesse nem do Banco de Portugal, nem do PSD, nem do PS”.

 

Na reunião da Câmara de Lisboa, a vereadora Beatriz Gomes Dias lembrou que desde julho o Bloco está à espera de respostas de Carlos Moedas sobre os contratos relativos às Jornadas Mundiais da Juventude.

As investigações à forma como a federação paga aos selecionadores e as suspeitas de fuga ao fisco e à Segurança Social levaram Mariana Mortágua a requerer a audição urgente de Fernando Gomes no Parlamento.

Na sua proposta de revisão constitucional, o Bloco inclui a garantia da responsabilização civil e criminal pela sujeição dos animais a tratamentos cruéis.

De acordo com o Público, a ex-secretária de Estado do Tesouro e antiga administradora da TAP não cumpriu a lei, omitindo, nas declarações ao Tribunal Constitucional (TC), a indemnização de 500 mil euros que recebeu ao sair da transportadora aérea. Ex-gestora responde que entregou o saldo da conta que incluía a indemnização.

Projeto de lei do Bloco visa proibir a “venda de imóveis em território nacional a pessoas singulares ou coletivas, com residência própria e permanente ou sede no estrangeiro”, para que o direito fundamental a uma casa se cumpra.

Durante o encerramento da sessão sobre habitação “Onde Vamos Viver?”, e perante uma sala cheia, Catarina Martins fez referência aos casos do ex-ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos e do ministro das Finanças, Fernando Medina, e ao facto de o governo ser incapaz de responder às crises da Habitação e Educação.

A falta de transparência na condução do processo e os elevados gastos sem investimento que fique para a cidade justificaram a oposição do Bloco à nova injeção de dinheiros públicos para a festa promovida pela Igreja Católica.

O eurodeputado do Bloco diz que a proposta surgida na sequência do escândalo dos Pandora Papers é “um queijo suíço de isenções” e tem “critérios de substância muito fáceis de cumprir”.

A deputada bloquista Joana Mortágua diz que o ministro da Educação só apresentou duas propostas e "tudo o resto são promessas". E insiste na necessidade de recuperar os anos de carreira congelados, tal como o Bloco propôs e o PS e o PSD chumbaram em 2019.

A atual lei da adoção exclui jovens com mais de 15 anos, podendo separar irmãos ou deixar jovens institucionalizados quando haveria famílias para os acolher. Bloco quer alterar limite para os 18 anos.

A deputada do PS acumulou salário de deputada e funções na REN. E é um dos exemplos das "portas giratórias" de Estrasburgo, tendo passado de eurodeputada a lobista registada junto das instituições europeias.

O partido requereu a presença do ministro das Infraestruturas, João Galamba, na Assembleia da República face ao anúncio de que que a ligação fluvial entre Barreiro e Lisboa estará sujeita a limitações até 10 de fevereiro.