O termo ‘populista’ passou a ser uma designação adversarial, identificando alguns estilos mais do que a política. Tornou-se uma arma de confusão maciça.
A menos de dois meses da COP24, somos alertados pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas que temos apenas doze anos para reverter a catástrofe que se avizinha.
O candidato fascista à presidência do Brasil passou à segunda volta com 46,3%. Bolsonaro defende a tortura e os assassinatos cometidos pela ditadura brasileira, justifica a violação de mulheres e propõe a esterilização dos pobres. É racista e xenófobo.
A indiferença com que a direita portuguesa encara o fenómeno Bolsonaro no Brasil só acrescenta credibilidade à necessidade de olhar para atores como Ventura com a atenção política devida.
Estamos cá para ver se a proposta de orçamento regional de 2019 contém medidas concretas de combate à precariedade e à pobreza ou se as preocupações do Governo [Regional] são apenas retórica.
Negar a autonomia da luta das mulheres é negar o feminismo, seja qual for o álibi para o fazer. O campo conservador naturaliza a subalternização das mulheres em nome da família, da moral ou da igreja.
Tinha os inimigos identificados ao escrever a frase-panfleto na guitarra. "Esta máquina mata fascistas", o seu instrumento passava a balear a seis cordas em 1941.
Há 40 milhões de votos sem candidato, é esta gente que tem de juntar-se e reclamar o seu Brasil, pôr uma cruz no nome de Haddad para não a pôr na campa de um país, da democracia.
Quando o problema da habitação em Lisboa precisa de soluções para ontem, ninguém pode fugir às suas responsabilidades, nem tão pouco se pode ter um discurso e praticar outro.
Com muita pompa e circunstância, foram inauguradas as novas instalações da "escola de negócios", perdão, New School of Business, sendo mais explícito (e em português ...) Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
A chave desta eleição, e ainda mais no Brasil, é trazer a alegria para a rua. Como é preciso abrir uma página nova, mais vale então enfrentar a onça, romper com o passado e buscar essa confiança.