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Ana Bárbara Pedrosa

Doutorada em Literatura, investigadora, editora e linguista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

13 de Setembro, 2019 - 16:11h

Nesta peça, Natália Correia denunciou os poderes da Igreja e a relação estabelecida entre esta e o Estado, assim como o comércio religioso. Ao mesmo tempo, o povo tem consciência do seu poder colectivo. O Estado Novo não gostou. Por Ana Bárbara Pedrosa.

6 de Setembro, 2019 - 15:48h

"Como a função destes Serviços não é de índole literária não cabe aqui a apreciação do valor literário desta obra que me parece nulo. Todavia há que assinalar as suas intenções e expressões que considero muito más.", pode ler-se no parecer da PIDE. Por Ana Bárbara Pedrosa.

30 de Agosto, 2019 - 12:16h

O Homúnculo contaria com a rápida censura, sendo de imediato apreendida, e, pasme-se, com a admiração de Salazar. No cenário, a autora denuncia ainda os pactos implícitos e explícitos entre os vários poderes que estruturavam a ditadura salazarista. Por Ana Bárbara Pedrosa.

23 de Agosto, 2019 - 16:46h

As orelhas da capa do livro faziam propaganda a dois livros proibidos. Assim, a PIDE proibiu também a circulação deste romance. Por Ana Bárbara Pedrosa.

16 de Agosto, 2019 - 16:01h

Este é um texto em que a autora apresenta uma ambiguidade entre poesia e teatro. A PIDE considerou que “o estilo irreverente e por vezes pornográfico da linguagem em frequentes passagens de algumas das quadras” obrigava à “reprovação da peça”, já que a sua “Indispensável sequência” impossibilitava “quaisquer cortes de saneamento”. Por Ana Bárbara Pedrosa.

14 de Agosto, 2019 - 17:11h

Num universo ficcional já tantas vezes comparado ao de Elena Ferrante, Rosa Ventrella explora um bairro de Bari, sul de Itália, nos anos 80. Ali, os verões são passados entre os becos e as ruelas, as crianças crescem pelas ruas, o nome de família dita o lugar social e inimigos, homens e mulheres são planetas diferentes. Por Ana Bárbara Pedrosa.

9 de Agosto, 2019 - 15:38h

Como em "Falsos Preconceitos", o romance parece inicialmente querer contrastar uma moral retrógrada portuguesa com uma França livre e moderna. Acaba por mostrar uma França imoral, perversa, desta vez palco de negócios de tráfico e redes de prostituição. Por Ana Bárbara Pedrosa.

6 de Agosto, 2019 - 14:15h

“Istambul, Istambul” é a primeira obra de Burhan Sönmez publicada em Portugal. Esta janela para a Turquia de Erdogan, cujas limitações levaram ao exílio do autor no Reino Unido, já foi traduzida para 30 línguas, ganhou o prémio ERBD no Reino Unido e chegou agora a Portugal pelas mãos da D. Quixote. Por Ana Bárbara Pedrosa.

2 de Agosto, 2019 - 12:17h

A PIDE considerou que “dada a imoralidade que o livro revela”, “não é de molde a ser autorizada a sua circulação no País”, e isto apesar de a obra ser de tal forma reaccionária que, afinal, se colocaria ao serviço do que o regime apregoava. Por Ana Bárbara Pedrosa.

26 de Julho, 2019 - 13:39h

Nesta obra, não apenas há muitas situações sexuais como há muitas variantes que hão-de ter sido ainda mais problemáticas para os censores: sexualidade infantil, necrofilia (praticada por crianças), atracção sexual de uma criança pelo pai adoptivo, relações eróticas homossexuais, relações eróticas grupais, várias relações extra-conjugais. Por Ana Bárbara Pedrosa.

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