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Ana Bárbara Pedrosa

Doutorada em Literatura, investigadora, editora e linguista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

15 de Novembro, 2019 - 12:39h

"Minha Senhora de Mim (1971) compõe-se de 59 poemas. Neles, a autora usa a forma poética das cantigas de amigo medievais, usando a literatura canónica – e, portanto, a tradição literária – para desafiar um status quo." Por Ana Bárbara Pedrosa.

14 de Novembro, 2019 - 23:15h

O grande trunfo do romance será a exploração de uma vida quase marginal, com personagens convincentes, pese embora a tentativa de universalização da criança pela ocultação de género e de nome (“M.”). Tudo pesado, o que sobrevive após a leitura são as partes acutilantes e comoventes. Por Ana Bárbara Pedrosa.

8 de Novembro, 2019 - 17:16h

"É uma peça nitidamente marxista, sem ponta por onde se lhe pegue: se fizesse cortes seria da primeira à última linha. Por isso reprovo.", pode ler-se num parecer da PIDE. Por Ana Bárbara Pedrosa.

1 de Novembro, 2019 - 12:48h

"As relações dialógicas são constantes na obra de Fiama: se em O Testamento vimos que vida e peça se confundem, dialogando, em Quem move as árvores há um paralelismo temporal com alcance no passado, entre a época da monarquia e o Estado Novo. Em nenhum dos casos o povo escolhe, o poder é imposto." Por Ana Bárbara Pedrosa.

25 de Outubro, 2019 - 17:14h

"Auto da Família, consiste numa versão ou visão desprimorosa e desrespeitosa do Natal de Cristo, apresentando Maria e José como dois criminosos que, depois de terem morto, para os comerem, a vaca e a mula do presépio, abandonam o filho à porta do lavrador, proprietário da estrebaria onde os deixara alojar." Por Ana Bárbara Pedrosa.

19 de Outubro, 2019 - 23:14h

O esquerda.net entrevistou Geovani Martins, autor carioca, a propósito do seu livro de contos “O sol na cabeça”, recentemente publicado em Portugal. Por Ana Bárbara Pedrosa.

18 de Outubro, 2019 - 13:58h

O tom absurdista da peça dificulta a sua análise, na medida em que, para além de não haver grandes relações dialógicas até nos próprios diálogos, se torna difícil descortinar as intenções da autora. No entanto, são mostrados dois grupos numa relação conflitual, em que um está submisso ao outro, recebendo acriticamente as suas instruções, viabilizando acontecimentos que servem os interesses do segundo. Por Ana Bárbara Pedrosa.

17 de Outubro, 2019 - 18:31h

O Esquerda.net falou com Mário Lúcio Sousa, cantautor, pintor, poeta, romancista, ex-ministro da Cultura de Cabo Verde, a respeito do seu último livro publicado em Portugal, “O diabo foi meu padeiro”. A entrevista focou-se no campo de concentração do Tarrafal, onde se passam as ações do romance. Por Ana Bárbara Pedrosa.

4 de Outubro, 2019 - 11:16h

O seu carácter (quase) documental em nada sonega o interesse e a importância de uma magistral construção literária. A literatura faz, assim, o que só ela pode fazer: dá a alguém, através de um livro, um murro no estômago, e de inquietude. Um romance corpóreo e contundente. Por Ana Bárbara Pedrosa.

29 de Setembro, 2019 - 09:53h

Podia ser muito fácil, de uma janela de uma favela do Rio de Janeiro, cair no exotismo ou no pântano interior. Mas não. Daquela janela carioca, vê-se o mundo. Por Ana Bárbara Pedrosa.

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