O Bloco de Esquerda garantiu que o Orçamento do Estado para 2019 reduz o teto máximo das propinas de 1068€ para 856€. Esta medida representa um corte de 20% no seu valor, dando voz a todas as gerações de estudantes que não desistiram de lutar contra esta injustiça.
O Ministro do Trabalho lançou a confusão com as declarações que fez na quarta-feira, anunciando uma medida que não está no Orçamento e que não tem apoio do Parlamento. Vale a pena clarificar.
A troika deixou o país, mas a direita ainda não fez o seu luto. O projeto da direita resume-se ao verbo “cortar” e ao mantra do “vivemos acima das nossas possibilidades”.
Sei que não fará capas de jornais, que diz respeito a um grupo relativamente pequeno de pessoas (5 mil) mas é, para mim, das coisas mais importantes que conseguimos neste Orçamento: reconhecer o desgaste rápido dos trabalhadores das pedreiras.
A censura de Serralves é um sintoma e não uma causa. A parceria entre o público e o privado no museu pode gerar conflitos de interesses e de estratégia, convertendo-o num lugar de disputa.
Era difícil de imaginar que a voz das mulheres fosse escolhida como o bode expiatório dos fracassos da esquerda, da capitulação do centro e, sobretudo, do alinhamento da direita com um fascista no Brasil.
Como forças progressistas emergentes, opomo-nos às soluções de uma União Europeia que sofre de uma grave falta de solidariedade e de respeito pelos direitos humanos.
As pessoas com deficiência, uma parte substancial da população, continuam a confrontar-se com inúmeros obstáculos sendo-lhes dificultado ou mesmo impedido o exercício de uma cidadania ativa.
Até ao início desta legislatura quem se quisesse reformar antecipadamente teria de suportar dois cortes na pensão. A alteração destas regras tem sido uma das maiores batalhas do Bloco de Esquerda nestes quatro anos.
A insegurança alimentar e nutricional e todas as questões com ela relacionada estão, em primeira instância, vinculadas a uma conceção de Direitos Humanos.