Não está em causa a liberdade do setor privado para abrir unidades onde bem lhe aprouver. A grande questão é se devem ser os nossos impostos a financiar a expansão do setor privado enquanto o SNS definha.
Quatro décadas depois, é uma outra extrema-direita que emerge. Vale a pena discutir essa especificidade, porque esse entendimento é a condição para responder ao risco.
Em tempos de austeridade, PSD e CDS souberam sempre assegurar bons negócios. Privatizaram a EDP e ainda lhe garantiram lucros fixos por mais sete anos na eólica.
O anúncio feito pelo Presidente do Governo Regional de que todo o tempo de serviço congelado aos professores nos Açores seria contado é uma grande vitória de professores e professoras.
Foi ontem votada em grupo de trabalho – e hoje confirmada em Comissão – uma nova lei que reconhece o desgaste rápido dos bailarinos clássicos ou contemporâneos.
Do ponto de vista de qualquer cidadão, o que interessa acentuar é que, ponderado o condicionalismo actual, a Protecção Civil é (está) um domínio complexo.
Apesar das evidências, há pessoas que insistem que aquilo que necessitamos é mais crescimento económico, mais acumulação de riqueza, mais ricos, até ela chegar a todos.
A direita portuguesa encontra-se perante o paradoxo de não poder afirmar abertamente o programa que realmente defende e de não ter alternativa programática para contrapor à atual solução governativa.