Opinião

Francisco Louçã

Levado aos ombros pela ilusão europeia, Macron tornou-se o elo mais fraco. Em Paris está a exibir-se a morte da promessa da globalização feliz, perante um povo que descobriu que só lhe sobra a vida triste.

Marisa Matias

Só a paz nos pode salvar da guerra, só a eliminação das desigualdades nos pode salvar da insegurança. Que tal ter estes pontos de partida?

Miguel Guedes

Pode ser mortal a noção de que a última e derradeira esperança para o renascimento do PSD radica num líder condenado a perder eleições, gozando da bonomia de António Costa.

Lembro-me bem de 2012 e 2013. Foram anos de grande contestação e de muitas e duras greves, tanto no setor público como no privado. Na altura estava em causa a defesa dos direitos mais básicos.

Pedro Filipe Soares

Macron, que surfou a onda do descrédito dos partidos políticos para chegar ao poder, está agora a ser engolido pela afronta da sua agenda ultraliberal e a provar o mesmo veneno.

Cristina Semblano

O movimento dos coletes amarelos em França é um movimento de revolta colectiva contra a classe dirigente incarnada por Macron por parte de uma franja da população que se sente injustiçada por aquela.

Francisco Louçã

Em Paris está a exibir-se a morte da promessa da globalização feliz, perante um povo que descobriu que só lhe sobrou a vida triste.

Sofia Roque

É preciso pôr de parte o conforto fácil da demagogia ou do egoísmo civilizacional que entoa cânticos em honra das democracias liberais e do capitalismo humanitário.

José Soeiro

A vitória em Setúbal tem um alcance que vai para além das famílias que, com este acordo, poderão ter finalmente uma vida melhor. Mostra-nos a todos e a todas que é possível lutar, mesmo nas condições de maior fragilidade.

Adelino Fortunato

O combate à extrema-direita só pode fazer-se anulando as condições que a tornaram atraente. Toda a esquerda deverá ser desafiada para este programa de emergência.

Joana Mortágua

Quando olhamos para a Margem Sul entendemos que a existência de uma rede de transportes públicos baratose de qualidade é uma questão de democracia. Para que as duas margens não sejam dois países.

Ricardo Moreira

A Fidelidade vendeu os prédios que detinha com um objetivo agora claro: capitalizar-se e apostar num negócio de milhões em habitação de luxo e escritórios em Lisboa.