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Cristina Semblano

Economista; assistente de Economia na Universidade de Paris III-Sorbonne Nouvelle; autarca na região de Paris; dirigente do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

21 de Outubro, 2019 - 23:36h

O PSD ofereceu-nos o triste espetáculo de sucessivas reviravoltas, tomando como reféns os representantes dos partidos, o MAI e o CNE, o Tribunal Constitucional, a Assembleia da República e o Governo, mas em primeiro lugar os emigrantes.

7 de Janeiro, 2019 - 21:40h

Macron, o banqueiro-presidente que quer acabar de dar cabo do que resta do modelo social das trente glorieuses, desde o direito do trabalho até às reformas, desde a habitação até à proteção social.

16 de Dezembro, 2018 - 10:50h

O movimento dos coletes amarelos em França é um movimento de revolta colectiva contra a classe dirigente incarnada por Macron por parte de uma franja da população que se sente injustiçada por aquela.

17 de Junho, 2017 - 15:30h

É difícil impor à população, através de decreto, uma reforma da Lei do Trabalho de tamanho XXL quando se dispõe de uma tão fraca representação real, a não ser que se opte pelo uso acrescido da repressão. 

5 de Maio, 2017 - 16:25h

O crescimento da extrema-direita na Europa é uma consequência direta das políticas neoliberais que começaram a ser promovidas no início da década de 80.

15 de Abril, 2017 - 10:23h

Não há diferença de fundo entre a direita de François Fillon e o “nem direita nem esquerda” de Emmanuel Macron, se excluirmos algumas questões de sociedade.

30 de Dezembro, 2016 - 21:37h

No momento em que se fala na assinatura iminente de um acordo com os lesados do BES - de que só nos podemos regozijar - convém lembrar que ficam de fora os milhares de emigrantes lesados.

4 de Dezembro, 2016 - 11:13h

É inaceitável que aquele que foi escolhido para presidir aos destinos de uma empresa que é de nós todos, se tenha comportado como o dono de uma quinta.

13 de Setembro, 2016 - 22:27h

Se uma batalha foi ganha (a da capitalização pública) falta ganhar a guerra: a de uma banca pública ao serviço do interesse coletivo.

31 de Julho, 2016 - 15:45h

O sinal claro de inflexão da banca pública exige igualmente que os actos danosos do interesse público sejam postos a nu perante o povo português.

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