A Convenção Nacional do Ensino Superior, organizada pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), encerrou com o Presidente da República a convocar todos os agentes políticos e sociais para um pacto de regime: acabar de vez com as propinas.
Ignorem o Machado na sua cela, há por aí gente mais perigosa e que parece mansa, mas que, como diria o Aleixo, não sendo o que parece, parece o que não é.
Os neonazis estão aí, talvez com organização incipiente mas nem por isso menos perigosos. Silenciosos e insidiosos, tornam-se motivo de conversa, sob um véu de chalaça. Sobreviverão ou não conforme a nossa atitude.
O SNS precisa de ajuda para sobreviver. E não sobreviverá se continuar a alimentar lucros dos hospitais privados. Precisa de investimento, atenção e dedicação. É essa a escolha que o PS tem de fazer.
Não podemos renunciar à redução tarifária dos transportes públicos em todo o país e em condições similares às que irão ser aplicadas nas duas grandes áreas metropolitanas.
A presunção de domar a onça com cocktails civilizados é frágil. Corre o risco de colocar Portugal numa situação diplomática impossível à chegada de Bolsonaro.
Macron, o banqueiro-presidente que quer acabar de dar cabo do que resta do modelo social das trente glorieuses, desde o direito do trabalho até às reformas, desde a habitação até à proteção social.
Na Europa parece ter-se esquecido que os muros, tal como qualquer barreira não impedem apenas as entradas. Estes são também os muros que nos têm reféns a todos de uma política que ou se trava ou só pode acabar mal.
Os primeiros dias de governo são pior prenúncio do que todos os de campanha, porque são reais. Foi esse o peso de ver passar o primeiro dia do ano, a partir de agora está mesmo a acontecer.
A ida do presidente Marcelo Rebelo de Sousa à posse de Jair Bolsonaro na Presidência do Brasil, no passado dia 1, envergonha-me e deve envergonhar todos os democratas portugueses.