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Luísa Cabral

Bibliotecária reformada da função pública. Candidata do Bloco de Esquerda nas eleições legislativas de 2015, pelo círculo eleitoral de Lisboa. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

Artigos do Autor(a)

16 de Outubro, 2019 - 10:19h

Não será fogo fátuo antes tão real quanto ele incidirá sobre a vida das pessoas. De repente, as medidas pesadas da CGD. Outra vez, a credibilidade da esquerda à prova assim como a segurança e tranquilidade dos mais velhos.

18 de Julho, 2019 - 11:27h

Esta legislatura está a chegar ao fim, o Verão segue aos tropeções e as nossas expectativas empurram-nos já para Outubro. Há temas que despertam mais interesse e paixão. O problema da habitação ocupa lugar de destaque.

10 de Abril, 2019 - 22:53h

Esta questão do family gate é muito desconfortável, todos a sentimos por perto e o cheiro a esturro parece tudo impregnar.

8 de Março, 2019 - 16:03h

Um artigo recentemente publicado proporciona dados que, esmiuçados, ajudam a posicionar o grande grupo social de seniores e reformados e a projectar estratégias para organizar a intervenção social.

10 de Janeiro, 2019 - 21:14h

Os neonazis estão aí, talvez com organização incipiente mas nem por isso menos perigosos. Silenciosos e insidiosos, tornam-se motivo de conversa, sob um véu de chalaça. Sobreviverão ou não conforme a nossa atitude.

13 de Dezembro, 2018 - 09:43h

As greves dos trabalhadores são legítimas, sim e são para respeitar mas impõe-se sacudir os que se colam aproveitando a boleia para fins próprios ou colocando achas no ambiente de insatisfação esperando que ele arda.

21 de Novembro, 2018 - 22:37h

Cada orçamento, cada desilusão. Não é uma questão a imputar apenas ao ministro responsável pela Cultura. Isto é mesmo uma questão civilizacional.

16 de Novembro, 2018 - 20:58h

Na luta pelos direitos dos seniores e reformados, o caminho será o mesmo, a intensidade outra. O tempo, que marca as nossas vidas, não conta da mesma forma para todos.

23 de Outubro, 2018 - 01:06h

A saída do Ministro da Cultura talvez tenha sido a pedido do próprio, talvez não. Coisa menor porque, de facto, três anos de uma mão cheia de nada e outra de cousa nenhuma são mais do que precisamos.

9 de Outubro, 2018 - 12:21h

Os seniores, na sua generalidade, supuseram que a saída da vida activa equivaleria a ter direito a um percurso tranquilo nessa fase adiantada das suas vidas. Supuseram mal. A tranquilidade não mora aqui. Aqui é o inexpectável, o abismo.

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