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Luísa Cabral

Bibliotecária reformada da função pública. Candidata do Bloco de Esquerda nas eleições legislativas de 2015, pelo círculo eleitoral de Lisboa. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

Artigos do Autor(a)

10 de Abril, 2019 - 22:53h

Esta questão do family gate é muito desconfortável, todos a sentimos por perto e o cheiro a esturro parece tudo impregnar.

8 de Março, 2019 - 16:03h

Um artigo recentemente publicado proporciona dados que, esmiuçados, ajudam a posicionar o grande grupo social de seniores e reformados e a projectar estratégias para organizar a intervenção social.

10 de Janeiro, 2019 - 21:14h

Os neonazis estão aí, talvez com organização incipiente mas nem por isso menos perigosos. Silenciosos e insidiosos, tornam-se motivo de conversa, sob um véu de chalaça. Sobreviverão ou não conforme a nossa atitude.

13 de Dezembro, 2018 - 09:43h

As greves dos trabalhadores são legítimas, sim e são para respeitar mas impõe-se sacudir os que se colam aproveitando a boleia para fins próprios ou colocando achas no ambiente de insatisfação esperando que ele arda.

21 de Novembro, 2018 - 22:37h

Cada orçamento, cada desilusão. Não é uma questão a imputar apenas ao ministro responsável pela Cultura. Isto é mesmo uma questão civilizacional.

16 de Novembro, 2018 - 20:58h

Na luta pelos direitos dos seniores e reformados, o caminho será o mesmo, a intensidade outra. O tempo, que marca as nossas vidas, não conta da mesma forma para todos.

23 de Outubro, 2018 - 01:06h

A saída do Ministro da Cultura talvez tenha sido a pedido do próprio, talvez não. Coisa menor porque, de facto, três anos de uma mão cheia de nada e outra de cousa nenhuma são mais do que precisamos.

9 de Outubro, 2018 - 12:21h

Os seniores, na sua generalidade, supuseram que a saída da vida activa equivaleria a ter direito a um percurso tranquilo nessa fase adiantada das suas vidas. Supuseram mal. A tranquilidade não mora aqui. Aqui é o inexpectável, o abismo.

17 de Abril, 2018 - 08:51h

Os factos e argumentos dos aposentados e reformados são de ordem social. Por isso, entre os números e a vida, o fosso é cada vez maior, incompreensível e inaceitável.

13 de Março, 2018 - 00:18h

Iniciar a vida académica na universidade como catedrático é indecente. Uma nomeação e uma aceitação inaceitáveis.

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