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Maria Luísa Cabral

Bibliotecária aposentada. Activista do Bloco de Esquerda. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

Artigos do Autor(a)

31 de Março, 2020 - 10:00h

Os noticiários tornaram-se um pesadelo. Não é possível ignorá-los mas ouvi-los acelera terríveis pensamentos, convoca-nos a todos para outra dimensão.

26 de Março, 2020 - 22:25h

Os lares para idosos não são a única solução para uma população envelhecida, doente e sozinha a exigir mais cuidados, mais atenção, mais companhia.

23 de Março, 2020 - 22:53h

Quantas vezes ouvi críticas ao alertar para a necessidade de fiscalização apertada aos lares e outras instituições de apoio aos seniores? Perdi-lhes a conta. As críticas nunca me convenceram que estava errada, nunca me demoveram.

18 de Fevereiro, 2020 - 21:16h

Os arquivos, como as bibliotecas, materializam a memória colectiva. A tónica para os arquivos consiste na recolha dos documentos que sustentam o poder enquanto nas bibliotecas a construção não assume essa responsabilidade. Artigo de Luísa Cabral

20 de Janeiro, 2020 - 21:26h

O envelhecimento biológico não acontece por escolha do próprio. Mas só envelhece bem quem pode. Para que o envelhecimento não pese mais do que o inevitável, a comunidade tem de estar apetrechada para colaborar e o Estado tem de se preparar para intervir. Por Maria Luísa Cabral.

19 de Dezembro, 2019 - 14:45h

Novo ano, novo orçamento. Manipulações e joguinhos, tudo técnicas velhas. Mais respeito, menos caridadezinha. Aconselho o filme "Comportem-se como adultos" e depois assinalem as semelhanças, um passatempo.

17 de Dezembro, 2019 - 16:10h

Dois filmes muito interessantes, com títulos invulgares e sugestivos. Ambos sobre factos históricos contemporâneos. Enquanto a guerra durar de Alejandro Amenábar e Comportem-se como Adultos de Costa Gravas. Por Luísa Cabral

2 de Dezembro, 2019 - 23:21h

O que os trabalhadores do arquivo reclamam é assim tão estratosférico? Depende apenas do valor que damos às coisas, das prioridades orçamentais da autarquia para os próximos anos.

12 de Novembro, 2019 - 22:12h

Por isso lhe chamamos política de rendimentos. Obedece a uma estratégia, mantém um rumo, procura um equilíbrio, salvaguarda coerência, não deixa ninguém para trás. Corresponde a um sentimento e necessidade de justiça profundos tantas vezes abafados.

16 de Outubro, 2019 - 10:19h

Não será fogo fátuo antes tão real quanto ele incidirá sobre a vida das pessoas. De repente, as medidas pesadas da CGD. Outra vez, a credibilidade da esquerda à prova assim como a segurança e tranquilidade dos mais velhos.

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