O presidente do parlamento autoproclamou-se presidente interino. Uma lufada de ar fresco na asfixia democrática na Venezuela? Engana-se quem acha que se apaga fogo com gasolina.
A emergência de um movimento negro faz de Portugal um país melhor. Mas há também uma obrigação para esse movimento negro. É que tem de decidir para onde vai, escolhendo entre pelo menos dois caminhos.
[Carlos] César mudou de opinião porque achou que era uma boa altura para criticar o Bloco, mesmo sabendo ele da deturpação e aproveitamento desta polémica pela agenda da extrema-direita.
A imprensa tem responsabilidades democráticas na formação da opinião pública - não basta apregoar o direito à informação e ao direito à liberdade de expressão.
O mar é factor decisivo para uma alteração de paradigma da economia dos Açores. Uma alteração para uma economia assente no conhecimento, na investigação científica e no desenvolvimento tecnológico.
Negrão e Cristas, na sexta-feira na AR, revelaram a verdadeira opção da direita portuguesa: assume o discurso extremista, julgando prevenir uma fuga de eleitores semelhante à ocorrida noutros países.
Chega de fingir que vivemos num país onde não há racismo. Existe e é abafado e escondido para que se possa continuar a dizer que não existe, que tudo se resume a uns episódios pontuais.
O equilíbrio é a melhor folha de serviço que o Governo português pode prestar à democracia na Venezuela, assim como aos portugueses e luso-venezuelanos no país.
A extrema-direita tem uma agenda que varia de acordo com as coordenadas geográficas, mas há coisas de que nunca abdica. Exigir a reversão das leis que garantem direitos às mulheres é uma delas.