Os governos europeus sabem que um Governo Trump na Venezuela lhes iria custar caro, mas têm tanto medo da ofensiva norte-americana para desagregar a UE, que acham que podem aplacar a Casa Branca uivando com o lobo.
Os principais grupos económicos na área da Saúde – Luz Saúde, Grupo Mello, Trofa Saúde, Lusíadas e Hospitais Privados do Algarve – decidiram concertar uma posição de chantagem sobre a ADSE e os seus beneficiários.
O país precisa de um programa corajoso de democratização da sua economia, que funcione para todos e não só para alguns, que reforce o Estado Social e os bens comuns e que valorize quem vive do esforço do seu trabalho.
O Governo tem dado sinais de apoio político à queima de madeira em centrais termoeléctricas e à prática de fogo controlado. Nem uma nem a outra se ajustam a uma estratégia de sustentabilidade da economia rural.
“Fixem bem este nome: Lara. Tinha dois anos e foi assassinada pelo pai. A 7 de Fevereiro a violência doméstica conta já com 10 vítimas mortais. Da próxima vez que disserem que não há desigualdade de género, que não há discriminação ou violência contra as mulheres, lembrem-se da Lara”.
É perfeitamente normal ver mulheres com gravata e bonés ou então homens com collants, até porque os papéis de género não são mais do que construções impostas na sociedade. Mas as minhas respostas ao exercício do teste de Inglês estavam erradas.
A impunidade não é só um problema de justiça, é uma mensagem para os agressores e para as vítimas. Uma mensagem tão errada que há mulheres que morrem por causa dela.
A mineração, que a Partex e tantos outros tanto desejam que avance a toda a força e já, é o lucro fácil, imediato e potencialmente danoso para o ambiente e para outras atividades ligadas ao mar.
Ou um incidente sangrento que justifique tudo. De uma forma ou outra, tem mesmo de haver o início de uma guerra civil para que a estratégia funcione. E já vimos de tudo, não é certo?