Álvaro Arranja

Álvaro Arranja

Professor e historiador.


Quem defende a suspensão do financiamento da ajuda humanitária da ONU, é cumplice das políticas de Netanyahu e da extrema-direita israelita de aniquilamento e expulsão dos palestinianos de Gaza e, também, da Cisjordânia.

Que haja portugueses a apoiar o discurso nacionalista castelhanista/espanholista é algo de muito estranho. Esta direita portuguesa estaria certamente a apoiar Miguel de Vasconcelos…

Na margem sul do Tejo (sobretudo em Almada, Barreiro, Moita e Setúbal) o advento do novo regime assumiu o carácter de uma verdadeira revolução popular, proclamando a República antes do seu triunfo definitivo na capital. Por Álvaro Arranja.

Por singular coincidência, no dia 25 de Abril, em Itália, comemora-se o derrube definitivo do fascismo de Mussolini, em 1945. Por isso, na imprensa italiana de 26 de Abril de 1974, surge uma inevitável ligação entre os dois acontecimentos. Por Álvaro Arranja.

Um dos primeiros momentos das lutas sindicais no feminino em Portugal ocorreu em março de 1911, quando uma greve das conserveiras de Setúbal leva à morte de uma operária, Mariana Torres, em confronto com a recém-criada Guarda Republicana. Por Álvaro Arranja.

A Internacional é um poema escrito em 1871 por Eugène Pottier, operário e poeta, participante destacado na Comuna de Paris. Só em 1888, Pierre Degeyter compõe a música do hino que se tornará símbolo universal das lutas dos trabalhadores. Em Portugal foi traduzido em 1909, pelo anarcosindicalista Neno Vasco. Por Álvaro Arranja.

Louise Michel foi uma das figuras-chave da Comuna de Paris, esses 72 dias de revolução, de poder do povo e de verdadeira democracia, reprimida com sangue pela oligarquia. No livro “Mémoires”, dá o seu testemunho de lutadora incansável pelas causas emancipatórias do seu tempo. Por Álvaro Arranja.

A repressão da polícia política, com milhares de presos, muitos dos quais torturados ou mortos, foi um elemento decisivo para garantir a longa duração da ditadura. Abrir as cadeias da polícia política marcava a rotura definitiva com o passado… Por Álvaro Arranja.

Prestes a ser preso pela PIDE, em 12 de janeiro de 1959, Humberto Delgado pede asilo na Embaixada do Brasil. Álvaro Lins é o embaixador brasileiro que enfrenta as pressões de Salazar e as hesitações do seu governo, protegendo o General Sem Medo. Por Álvaro Arranja.

Defensor da necessidade de lutar em Espanha para libertar Portugal, Jaime Cortesão era apontado pelos seus companheiros como o Presidente da República democrática que pretendiam restaurar através do "Plano Lusitânia". Mas o desenlace da guerra civil espanhola frustrou o objetivo. Por Álvaro Arranja.