No dia 31 de Dezembro, à meia-noite, (quase) toda a gente parou (mesmo que rodopiando num baile) a separar 2018 de 2019. “Ano Velho”, “Ano Novo”. Tendemos a classificar, a categorizar, a separar tudo.
Salvo por Draghi, o euro sobreviveu à primeira crise e a erros dos decisores europeus. Mas continua sem condições fundamentais para uma moeda comum. E essas condições foram, são e continuarão a ser impossíveis.
O Governo tem em implementação a iniciativa Indústria 4.0. Todavia não se conhecem medidas novas, ou sequer a programação da implementação desta iniciativa.
O governo de António Costa provou, em todos os momentos, ser um governo que deseja, contra a vontade das populações, que haja exploração de petróleo e gás em Portugal.
O tema é complexo e, talvez por isso, se tenha dado pouca atenção a uma lei que, em 2014, deu aos bancos portugueses o direito de vir a reclamar mais de 3000 milhões de euros ao Estado.
Cristina Tavares não é Cristina Ferreira. A guerra de audiências das manhãs de Cristina Ferreira têm dado muito que falar. Da guerra movida contra Cristina Tavares e dos seus dias de sofrimento e humilhação, quanto temos falado?
A notícia não é de hoje. Há cerca de um ano que a Ana Gomes decidiu não voltar a candidatar-se ao Parlamento Europeu, mas foi esta semana que se fez a notícia.
Ser trabalhador-estudante não é apenas lidar com o pagamento das propinas, nem apenas tentar conjugar o trabalho com os estudos. É uma batalha constante e diária para assegurar a garantia dos seus direitos.