Os “fazedores de opinião encartados”, toda a direita e mesmo franjas da extrema-direita e até ordens corporativas procuram virar a opinião das pessoas contra os profissionais das várias áreas em greve.
As greves dos trabalhadores são legítimas, sim e são para respeitar mas impõe-se sacudir os que se colam aproveitando a boleia para fins próprios ou colocando achas no ambiente de insatisfação esperando que ele arda.
Se estas vacinas já foram aprovadas pelo Infarmed há vários anos, se já estão em utilização em tantos países, se já são prescritas pelos Pediatras a nível individual, que estudos está a DGS a fazer para as incluir no Plano?
A petição pública “Pela maior regulação e fiscalização da atividade do artista de circo e promoção de políticas públicas culturais que promovam o circo tradicional” é um ato de coragem.
Há um fascínio entre políticos regionais pela Ryanair, como se esta fosse a solução para os nossos problemas de mobilidade aérea, nota-se uma disputa entre PS, PSD e CDS para ver quem é o maior fã.
Agora que a vasta corte do presidente vitalício Xi Jinping abandonou Portugal, será porventura útil aclarar algumas referências chave sobre a potência oriental.
Os trabalhadores da empresa concessionária da exploração do Metro do Porto, pararam o metro. E este parar não foi aos comandos da máquina (veículos) mas sim ao comando dos seus destinos.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de risco de pobreza após transferências sociais caiu de 19,5% em 2013 para 17,3% em 2017.
Ah, o que eu gosto da nossa estimada direita democrática. João Miguel Tavares (JMT), na senda dos apoios a Trump e Le Pen, resolveu atirar-se ao direito à greve dos funcionários públicos.