O relatório do Tribunal de Contas (TC) tenta passar uma narrativa que se todos os hospitais fossem PPP, o SNS estaria melhor e mais barato, o que claramente, não tem a mínima adesão à realidade.
Como contributo sintético à reflexão e ao debate e tendo em vista a elaboração de proposta, nesta reflexão identificam-se quatro questões consideradas mais relevantes e que se situam na base do que mais faz falta à educação ou dito de outro modo, o que é mais urgente mudar.
A escolha política fundamental é clara: ser complacente com a impunidade que nos priva de meios para os serviços públicos e para o rendimento dos de baixo ou ser responsável e exigir responsabilidade para que o dinheiro de todos seja para todos e não para o gozo de poucos.
No Facebook, Ana Catarina Mendes, líder parlamentar do PS, escreveu sobre a Convenção do Bloco de Esquerda, que se realizou este fim de semana em Matosinhos. Essa nota revela equívocos a que gostaria de responder.
A convenção do Movimento Europa e Liberdade é uma festa, que junta os chefes dos quatro partidos da direita e promete nada mais e nada menos do que abundar sobre a “reconfiguração social, política e económica para as próximas décadas”.
Os silêncios políticos neste caso não são sinal de elevação ou de maturidade democrática. São, pelo contrário, o reflexo de uma falta de exigência e de um empobrecimento cívico que o Porto não merece.
A conduta da comunidade internacional tem contribuído para aprofundar o sistema de apartheid existente nos territórios palestinianos, impossibilitando um futuro de paz e democracia que garanta a dignidade, liberdade e prosperidade ao povo palestiniano.
Não serve de muito constatar as enormes disparidades, estas também sociais, dentro das escolas públicas, sem que se dê um apoio maciço às escolas públicas com maiores dificuldades.
Depois de tantos anos a assistir à luta desigual do povo palestiniano pela sobrevivência, foi a comunidade internacional que transformou esta história – a verdadeira, sem pretextos – numa história sem moral. A Palestina não tem nada a provar, a não ser que é vítima de uma ocupação ilegal.
O primeiro-ministro fez juras de recuperar namoros interrompidos. Entre a falta de vontade e a burocracia, a gaveta orçamental devorou várias promessas.
Menos de 1 euro de aumento ao complemento açoriano ao abono… retenham esta grande medida, do Governo Regional dos Açores, para ajudar às maiores vítimas da pobreza: crianças.