O Código do Trabalho que temos é um problema e a pandemia veio comprová-lo de forma reforçada. O apego de Centeno e de Costa à herança da direita é insustentável.
Na sequência da polémica suscitada em torno da intervenção de Nuno Palma na reunião do Movimento Europa Liberdade (MEL), o historiador Fernando Rosas rebate as teses do professor da Universidade de Manchester na área da História Económica.
É profundamente injusto tirar conclusões precipitadas, culpabilizando a Iniciativa Liberal (IL) pelos números de casos covid que começam, novamente, a crescer assustadoramente na região de Lisboa e Vale do Tejo.
A ONU instituiu o dia 3 de junho como Dia Mundial da Bicicleta. Foi este o dia escolhido pelo Bloco de Esquerda para divulgar a proposta legislativa que defende a criação da Grande Ecovia do Tejo: um percurso ciclável e pedestre, de Espanha a Lisboa, junto ao rio Tejo.
A imigração não é uma questão de polícia, nem os imigrantes devem ser tratados como criminosos. Ter uma política humana de imigração é urgente para garantir que quem recebemos tenha o tratamento digno que merece.
Na passada segunda-feira, investigadores científicos tornaram a manifestar-se contra a inação do ministro Manuel Heitor. Em causa está a prometida mas não cumprida medida de prorrogar todas as bolsas de investigação durante o período de confinamento.
Insistir no abuso do período experimental terá escassos efeitos práticos, mas tem um enorme poder de anúncio: mostra que nem a feijões o Governo abdica da regra da precarização.
A saúde deve ser vista como investimento e o paradigma salutogénico deve ser foco das políticas públicas, numa aposta clara na potencialização dos indivíduos, comunidades e recursos existentes, bem como no combate às desigualdades na saúde.
Não adianta chorar lágrimas de crocodilo pela situação miserável de milhares de trabalhadores imigrantes, nalguns casos a roçar o trabalho escravo, se se continuar a alimentar este modelo.
A gestão cultural de um município tem o potencial de ser um fator de desenvolvimento e de atração de gerações mais novas para visitarem e se fixarem no concelho. No entanto, a Câmara Municipal limita-se, praticamente, a investir na tauromaquia.
No SNS, o estado de necessidade não foi um momento. É uma condição. E é a determinação em o assumir, contra a estreiteza estratégica da contenção orçamental, que a democracia cada vez mais exige.
A greve dos trabalhadores que fazem a limpeza da CP e da Infraestruturas de Portugal merece toda a nossa solidariedade. Com salários de miséria e repetidos abusos laborais, são as primeiras vítimas do outsourcing.