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Fernando Rosas

Dirigente do Bloco de Esquerda, historiador, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

25 de Abril, 2014 - 03:03h

A democracia política em Portugal não foi uma outorga do poder. Foi uma conquista imposta ao poder. O mesmo quanto à democratização social, o direito à greve, a liberdade sindical, o salário mínimo, as férias pagas, a redução do horário do trabalho e os fundamentos de um sistema universal de segurança social. Artigo de Fernando Rosas, publicado no nº 5 da revista Vírus.

30 de Janeiro, 2014 - 16:04h

À esquerda ninguém chega a bom porto ignorando as outras energias sociais e políticas em tensão.

5 de Setembro, 2012 - 14:36h

Fernando Rosas, em artigo divulgado no jornal Público, intervém na polémica que tem oposto os historiadores Rui Ramos e Manuel Loff, a propósito da visão “normalizada” do Estado Novo que o primeiro quer impor como consensual.

7 de Junho, 2011 - 13:23h

As derrotas, quando bem analisadas, ensinam-nos seguramente mais do que as vitórias.

6 de Outubro, 2010 - 15:54h

Retomando o velho e sempre novo combate pela democracia política e social, pela justiça social, pelos direitos de quem trabalha, pela escola pública, pela saúde e pela segurança social para todos.

8 de Abril, 2010 - 00:00h

Foi preciso uma prestigiada revista alemã divulgar as diligências da justiça desse país sobre os contornos poucos claros do negócio dos dois submarinos adquiridos por Portugal, para que PS e PSD pareçam ter acordado do habitual torpor e silêncio a que se remeteram sobre o assunto. Em boa hora o fizeram, juntando-se ao Bloco de Esquerda que há muito tem alertado para a necessidade de esclarecimento público sobre os principais negócios militares e os programas de contrapartidas que lhes estão associados.

23 de Setembro, 2009 - 00:00h

Começo por uma declaração de interesses e por um agradecimento. Sendo como sou, deputado e membro da Comissão política do BE, estou reconhecido ao jornal I por esta oportunidade de poder explicitar o sentido do meu voto no próximo dia 27 com uma reflexão pessoal que pretende ir além do imediatismo da divulgação política, entrando, é certo que necessariamente algo à pressa, no campo do meu ofício de historiador.

25 de Junho, 2009 - 00:00h

O balanço ritual que aqui somos chamados a fazer sobre o processo de construção europeia em 2008 - tão ritual que o respectivo relatório e extensa documentação anexa só foi distribuído aos grupos parlamentares à última da hora - e sobre a participação nele do Governo português, tem de ser analisado à luz dos seus resultados em 2009.