Em Coimbra, Catarina Martins afirmou estar “chocada” com as palavras do ministro das Finanças que diz que uma renda baixa são mil euros. E prometeu vetar “qualquer diploma que diga que uma renda moderada são 2.300 euros”.
A deputada socialista Isabel Moreira enviou uma mensagem de apoio a Catarina Martins. lida no almoço de campanha deste sábado em Lisboa. Leia aqui o texto completo.
Num almoço com centenas de apoiantes em Lisboa, Catarina criticou os candidatos que trouxeram um "Montenegrómetro" para a campanha e apelou ao voto “pela esperança de quem trabalha, por quem faz este país”.
Questionada sobre o encontro marcado por elogios mútuos entre Santana Lopes e António José Seguro, Catarina Martins registou “a diferença entre o campo político que eu represento” e o do ex-primeiro-ministro demitido por Jorge Sampaio.
Catarina Martins diz que ao contrário de outros candidatos “não ficaria à espera de tomar chá uma quinta-feira em março com o primeiro-ministro” e exige mudanças imediatas na Saúde.
No comício de quinta-feira na Baixa da Banheira, Catarina Martins acusou os candidatos da direita de terem a mesma posição de Ventura, que “defende apenas a voz do dono” Donald Trump.
Catarina Martins esteve com os bombeiros da Moita e prometeu fazer tudo “para parar estes cortes e o experimentalismo do Governo” que está a custar vidas.
No debate parlamentar com o primeiro-ministro, Fabian Figueiredo desafiou o Governo a seguir as recomendações da Comissão Europeia e da OCDE para travar a crise da habitação.
A ex-candidata presidencial em 2016 e 2021 diz que o cenário desta eleição vai levar as pessoas a “votar com gosto e com vontade” em quem entendem que as representa melhor, deixando os “sacrifícios” para a inevitável segunda volta.
A escritora e presidente da Fundação José Saramago esteve com Catarina Martins na visita à Boutique da Cultura, onde a candidata presidencial divulgou o apoio de várias personalidades do meio cultural português à sua candidatura.
No debate televisivo entre os 11 candidatos às presidenciais, Catarina Martins defendeu que o papel de uma Presidente da República é o de contribuir para o equilíbrio dos poderes e “lançar os debates que possam desbloquear as grandes crises que atravessam o país”.
No dia em que colégios do Ensino Especial se manifestaram contra a falta de verbas, Catarina Martins visitou a instituição que mais acolhe crianças em idade escolar no distrito de Santarém.
Na feira de Espinho, Catarina Martins afirmou que os candidatos que nesta campanha já se colaram ao mandato do ex-primeiro ministro que tentou cortar pensões contra a Constituição nada farão quando o atual governante quiser “colocar as gerações mais jovens todas a contrato a prazo”.
Na primeira sessão pública do período oficial de campanha no Porto, Catarina Martins acusou os candidatos do centro de não terem “a coragem para defender um mínimo de direito internacional perante um rufião”.
No arranque do período oficial da campanha para as presidenciais, Catarina Martins esteve na Feira do Canidelo para mostrar que entre os onze candidatos a Belém “há uma candidata para falar do que conta na vida das pessoas”.
Após uma madrugada de ataques e explosões em várias cidades, Donald Trump anunciou que o presidente da Venezuela foi capturado e levado para fora do país. Bloco de Esquerda diz que o que está em causa “é aceitar ou não a prática de invasões para mudar governos”.
Em reação ao ataque de Trump à Venezuela, Catarina Martins defende que o papel de uma Presidente da República é fazer uma condenação inequívoca da violação do direito internacional e fazer tudo para proteger a comunidade portuguesa naquele país.
Catarina Martins reagiu ao discurso de Ano Novo do Presidente da República, lamentando a ausência de uma referência ao “desespero” que se vive no acesso à saúde e ao aumento do custo de vida.