Comissário-Geral da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente afirmou que “são quase seis semanas de inferno” em Gaza e de “total desrespeito pelas leis humanitárias internacionais”. E acusou Israel de utilizar combustível como “arma de guerra”.
Iniciativa do Centro para os Direitos Constitucionais é subscrita ainda por organizações palestinianas de defesa dos direitos humanos, residentes em Gaza e cidadãos norte-americanos cujos familiares estão a sofrer com os ataques de Israel.
Subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários frisou que “hospitais não são campos de batalha". Diretor da Organização Mundial da Saúde e Comité Internacional da Cruz Vermelha também denunciaram impacto para pacientes, profissionais da saúde e civis.
Milhares de pessoas, incluindo líderes e representantes políticos de todo o mundo, entre os quais Marisa Matias, José Gusmão e Joana Mortágua, já subscreveram o documento que pede que o Tribunal Penal Internacional investigue e processe governantes israelitas pelos crimes e punições coletivas em Gaza.
Plataforma Unitária de Solidariedade com Palestina apela à participação na marcha, com início pelas 15h na Praça do Município, em Lisboa. Em Gaza, hospitais estão praticamente fora de serviço e não existem zonas seguras. Ataques e violência na Cisjordânia intensificam-se.
A rede ex aequo denuncia as manobras da embaixada israelita em Lisboa junto da comunidade LGBTI para legitimar "o tratamento desumano e genocídio das pessoas palestinianas".
"Nós, ucranianos, devemos ser solidários não com os opressores, mas com aqueles que vivem e resistem à opressão", afirmam mais de 350 académicos, ativistas e artistas ucranianos. Leia aqui a carta aberta.
À medida que os combates se intensificam na cidade de Gaza, os principais hospitais estão a ficar sem condições para operar. No sábado, as ruas de Londres assistiram a uma das maiores manifestações da história britânica.
Num raro comunicado conjunto, líderes de 11 agências da ONU e seis organizações humanitárias dizem ser "inaceitável" o ataque e cerco a uma população inteira e defendem o imediato cessar-fogo humanitário.
Tanto os refugiados que fogem para o sul como os feridos graves que receberam autorização para sair da Faixa de Gaza foram alvo de bombardeamentos esta sexta-feira. Líder do Hezbollah diz que quem quiser impedir uma guerra regional terá de parar a guerra em Gaza.
Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários denuncia aumento das restrições de acesso e de movimentos, deslocamentos forçados, assédio, invasão e intimidação, agressões e assassinatos por parte de colonos israelitas.
Entre os 9.061 mortos na Faixa de Gaza encontram-se 3.760 crianças e 2.326 mulheres. Existem ainda dezenas de milhares de feridos. ONU afirma que bombardeamentos em Jabalia podem constituir crimes de guerra, descreve “cenas de carnificina” e alerta que “escala da tragédia não tem precedentes”.
Os três países sul-americanos anunciaram as decisões na terça-feira, após o ataque ao campo de refugiados de Jabalia. México e Argentina também sobem o tom das críticas a Israel.
Maior campo de refugiados de Gaza bombardeado pelo segundo dia consecutivo. Chefe da missão humanitária da ONU lamentou que o mundo pareça “incapaz ou mesmo sem vontade de atuar” e apelou a "repetidas pausas humanitárias". Bloco considera vergonhosa posição do ministro dos Negócios Estrangeiros sobre o bombardeamento.
Gilad Erdan e a delegação de Israel envergaram estrelas amarelas na reunião de segunda-feira no Conselho de Segurança da ONU. Líder do memorial israelita das vítimas do Holocausto condenou a atitude dos diplomatas.
Israel confirma o ataque ao campo de refugiados de Jabalia, na sequência do qual foram reportados cerca de cem mortos e centenas de feridos. Estão a ser difundidos vários vídeos e imagens de pessoas a retirar sobreviventes e cadáveres dos escombros.
O responsável pela agência das Nações Unidas para os Refugiados na Palestina disse aos membros do Conselho de Segurança da ONU que "a fome e o desespero estão a transformar-se em raiva contra a comunidade internacional", representada em Gaza por esta agência.
O documento foi revelado no fim de semana e recomenda a criação de cidades de tendas no deserto do Sinai e de uma zona tampão para impedir o regresso da população expulsa de Gaza. A expulsão seria acompanhada de campanhas de propaganda a descrevê-la como uma ação humanitária.
Milhares de pessoas juntaram-se no Martim Moniz, em Lisboa, numa marcha por um cessar fogo imediato e por uma Palestina independente. Mariana Mortágua frisou que Israel comete um “crime de guerra”: “Não é defesa, é uma punição coletiva ao povo palestiniano que não podemos suportar”.
“Este é o momento da verdade. Todos devem assumir as suas responsabilidades. A história julgará todos nós”, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, renovando o apelo por “um cessar-fogo humanitário imediato”. Número de trabalhadores das Nações Unidas mortos em Gaza sobe para 59.