Israel

Fabian Figueiredo participou esta sexta-feira na Manifestação "Palestina Independente! Paz no Médio Oriente!", em Lisboa, defendendo que “precisamos que os governos, nomeadamente o Governo português, ouçam o apelo das ruas mas também o apelo do secretário-geral das Nações Unidas”.

Descrição é do porta-voz da Unicef, e não podia ser mais clara. ONU alerta que famílias no norte de Gaza estão “a enfrentar níveis alarmantes de fome”. Para os próximos dias estão marcadas várias iniciativas de solidariedade com a Palestina em Portugal, com uma manifestação em Lisboa já esta sexta-feira.

Secretário-geral da ONU insiste na necessidade de um cessar-fogo. para evitar “uma catástrofe que poderá ter consequências irreversíveis para os palestinianos como um todo e para a paz e segurança na região”. Israel acusa-o de seguir a cartilha do Hamas.

Organizações internacionais no terreno alertam para agravamento da situação e aumento do número de civis mortos, e afirmam não existir quaisquer zonas seguras. Defendendo que “o desrespeito flagrante pela humanidade básica deve parar”, reforçam o apelo ao cessar-fogo.

Deir el-Balah e o centro de Gaza são alvo de ataques israelitas contínuos por ar, terra e mar. Com mais de 80% da população palestiniana deslocada desde 7 de outubro, Israel dá agora indicações para evacuar certas áreas em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. Tanques avançam no terreno.

Na mentalidade ocidental dominante, quem é considerado digno de luto? Quem é humanizado? E quem fica com o microfone? Durante demasiado tempo, foi negada aos palestinianos a liberdade de contar a sua própria história. Por Mohammed El-Kurd.

Exército israelita desenvolveu a plataforma Habsora, que analisa comunicações, imagens de drones e satélites, dados de vigilância e padrões de comportamento de indivíduos e grupos para selecionar alvos. Uma "fábrica de assassinatos em massa" que multiplicou os alvos atingidos face a anteriores ataques.

Os palestinianos aproveitaram a pausa nos combates para se abastecerem de mantimentos e verificarem como estão as suas casas e famílias em toda a Faixa de Gaza. Para muitos, as notícias foram terríveis. Por Ruwaida Kamal Amer.

Estrutura sindical apela ao cessar fogo em Gaza e refere que os ataques ao Hospital Pediátrico de Mariupol, na Ucrânia, e ao hospital Al-Shifa, em Gaza, são dois exemplos “que não deviam ter acontecido, à luz de todas as Convenções que colocam limites à barbaridade da guerra”.

No dia em que o New York Times revela que oficiais israelitas tinham conhecimento há um ano que o Hamas preparava ataque, Israel volta a bombardear causando nas primeiras horas pelo menos mais 32 mortes. A ONU confirma os números gerais de mortes do Ministério da Saúde de Gaza. Presos palestinianos queixam-se de tortura.

O Martim Moniz, em Lisboa, foi palco de uma iniciativa pelo cessar-fogo definitivo na faixa de Gaza, pelo fim do apartheid e a libertação da Palestina. Mariana Mortágua afirmou que o Governo devia ter apoiado desde o primeiro momento as posições de Guterres.

Na avaliação feita às estruturas de saúde durante a trégua, a porta-voz da OMS considerou a situação "crítica". Falta de alimentos, água e saneamento são os problemas de saúde mais graves na Faixa de Gaza.

Secretário-geral da ONU enfatizou urgência de pôr fim às violações do direito humanitário internacional e reiterou que um “futuro sustentável para a região” passa por uma solução de dois Estados. UNICEF descreve situação desesperadora das crianças e reforça apelo a um cessar-fogo.

Os defensores dos direitos humanos alertam para o facto de a lei draconiana permitir uma vigilância sem precedentes, aumentando o receio dos palestinianos de serem detidos pela sua atividade online. Artigo de Sophia Goodfriend.

Ainda não sabemos como vai terminar esta guerra, mas sabemos há muito o que alguns dizem agora com especial ênfase como se algo de novo estivessem a anunciar: o conflito israelo-palestiniano não se resolve através da guerra, terá de haver uma solução política. Por José Manuel Rosendo, em meu Mundo minha Aldeia.

A lista dos palestinianos que se preparam para ser trocados pelos israelitas devia provocar uma reflexão sobre o papel do encarceramento massivo durante a ocupação. Artigo de Orly Noy.

O sentimento de impotência que todas e todos sentimos perante a barbárie de Israel na Faixa de Gaza pode e deve ser transformado em ação. Aqui está uma lista de iniciativas às quais te podes associar.

Francisco recebeu comitivas de familiares de palestinianos presos e de israelitas reféns. O governo de Israel aceitou entretanto a proposta de cessar-fogo. Mas Netanyahu promete que depois a guerra irá continuar.

Através de uma longa série de guerras iniciadas por Israel, assim como de campanhas militares mais limitadas lançadas entre elas, criou-se uma identidade nacional inteiramente dependente do exército. Por Haim Bresheeth-Zabner.

As referências ao Direito Internacional quando se fala do conflito israelo-palestiniano apenas têm servido para garantir e expandir os direitos de Israel, negando permanentemente os direitos do povo palestiniano. Nada mais. Por José Manuel Rosendo em meu Mundo minha Aldeia