Se este dia tivesse um pingo de honestidade este deveria ser o ponto de partida — não as flores, não os jantares, não as promessas repetidas, mas a verdade que o país prefere empurrar para dentro de casa e fechar à chave, porque enquanto celebramos o amor como produto, continuamos a falhar naquilo que ele deveria garantir: segurança, dignidade e vida.