Está a ser criado mais emprego em Portugal? Qual é a qualidade do emprego criado? A precariedade está a aumentar ou a diminuir? A rotatividade dos trabalhadores nas empresas é elevada? Este artigo responde com clareza a todas estas perguntas.
Poderão, na mesma ilha e até mesmo na mesma infraestrutura, conviver atividades tão exigentes e tão sensíveis, quanto são os transportes e a logística, com a atividade militar, ainda para mais, quando falamos da maior potência militar mundial?
Como aconteceu por todo o continente americano, a oligarquia brasileira herdou o poder colonial, ignorando e reprimindo os indígenas “índios” e os escravos negros.
Chegou a hora de transformar radicalmente a escolaridade obrigatória, tornando-a acessível e motivadora para toda a população escolar. Podemos começar por acabar de vez com os exames e tornar o acesso ao ensino superior independente deste mecanismo.
Dando uma vista de olhos pelo tão esquecido Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira salta-me à vista a total desresponsabilização do governo norte-americano na questão das casas que serviram de habitação aos militares norte-americanos e suas famílias.
Não tem sido fácil tornar claro o desenquadramento que existe entre o que representa a geringonça em termos de recuperação de pensões e salários e a política troikista do ministério da Saúde.
A linha vermelha do Governo parece ser a manutenção das leis laborais da troika, apesar dessas alterações estarem a aprofundar a precariedade e a impedir o crescimento salarial.
É certamente de conhecimento geral que, em 2010, a responsabilidade do Ensino do Português no Estrangeiro passou do Ministério da Educação para o Instituto Camões. O que muitos certamente não sabem é que não foi apenas o sistema de ensino.