Opinião

Joana Mortágua

Este texto é sobre a dificuldade de explicar a um miúdo do oitavo ano por que razão o homem que daqui a uns anos será poderá, um dia, fazer mal à mulher de quem gosta.

Maria Manuel Rola

Passados dois anos ninguém entenderá que os animais não sejam esterilizados, não tenham condições de bem-estar ou se proceda a abates clandestinos.

Francisco Louçã

O ano de 2018 ou é o do início da recuperação do SNS ou da degradação da maioria. E nada disso depende de Rio, só depende de Costa, Catarina e Jerónimo.

Luís Leiria

Reportagem do “Público” sobre a queda das vendas dos jornais de papel no mundo esquece-se de mencionar o crescimento das assinaturas digitais nos Estados Unidos.

Zuraida Soares

Porque vai o Governo Regional injetar milhões de euros num (dois?!) hospitais privados, ao invés de o aplicar na melhoria do Sistema Regional de Saúde?

José Manuel Pureza

Há uma exigência plurianual que deve presidir à programação desses fundos: renovar a economia para responder às alterações climáticas.

Rui Costa

Almeida Henriques não esconde o seu desprezo pela tradição e história libertária inerente aos baldios, advogando a sua pura e simples entrega às freguesias em prejuízo dos seus legítimos utilizadores.

Joana Mortágua

Os desafios da democratização da educação e da escola pública têm muito mais a ver com a sociedade que queremos construir do que com regressos ao passado.

António Lima

Os resultados dos exames nacionais transformados em perniciosos rankings pela imprensa, em nada contribuem para uma avaliação das escolas.

Pedro Filipe Soares

A precariedade laboral é um flagelo no nosso país. Os dados não enganam: a taxa de contratos precários em Portugal é das mais elevadas na União Europeia.

Miguel Guedes

A forma como Donald Trump foi apanhado a salvar a própria pele, na conversa que manteve com sobreviventes do tiroteio na escola da Florida, é uma montra grotesca de pornografia juvenil.

O Governo tem de se comprometer com o sucesso do PREVPAP. Há milhares de pessoas à espera, este não é tempo para recuos e muito menos para deitar tudo a perder.