Este texto é sobre a dificuldade de explicar a um miúdo do oitavo ano por que razão o homem que daqui a uns anos será poderá, um dia, fazer mal à mulher de quem gosta.
O ano de 2018 ou é o do início da recuperação do SNS ou da degradação da maioria. E nada disso depende de Rio, só depende de Costa, Catarina e Jerónimo.
Reportagem do “Público” sobre a queda das vendas dos jornais de papel no mundo esquece-se de mencionar o crescimento das assinaturas digitais nos Estados Unidos.
Porque vai o Governo Regional injetar milhões de euros num (dois?!) hospitais privados, ao invés de o aplicar na melhoria do Sistema Regional de Saúde?
Almeida Henriques não esconde o seu desprezo pela tradição e história libertária inerente aos baldios, advogando a sua pura e simples entrega às freguesias em prejuízo dos seus legítimos utilizadores.
Os desafios da democratização da educação e da escola pública têm muito mais a ver com a sociedade que queremos construir do que com regressos ao passado.
A precariedade laboral é um flagelo no nosso país. Os dados não enganam: a taxa de contratos precários em Portugal é das mais elevadas na União Europeia.
A forma como Donald Trump foi apanhado a salvar a própria pele, na conversa que manteve com sobreviventes do tiroteio na escola da Florida, é uma montra grotesca de pornografia juvenil.
O Governo tem de se comprometer com o sucesso do PREVPAP. Há milhares de pessoas à espera, este não é tempo para recuos e muito menos para deitar tudo a perder.