Opinião

Miguel Guedes

Com monotonia no ar, desconforto à flor do tapete e águas revoltas nas profundezas, o congresso que entronizou Rui Rio como presidente não o concebe sequer como hipótese para primeiro-ministro.

Helena Pinto

A sentença que condena a Fabrióleo (é bom relembrar), dá como provado que a empresa obteve licenciamento em 2017, através de prova testemunhal. Mas, a dita licença não existe e nunca existiu.

Falta saber muito sobre o programa do PSD, mas já sabemos muito sobre Rio, e dificilmente pode alguém ser quem não é.

Teresa Soares

Segundo documentos antigos recentemente encontrados, não foi o Capitão inglês James Cook quem descobriu a Austrália em 1770, mas sim o navegador português Cristóvão de Mendonça, em 1522.

Alexandra Manes

Enquanto cuidarmos de punir, esquecendo os deveres de prevenir, estaremos ocupados a construir cadeias em vez de outros equipamentos sociais bem mais importantes.

António Lima

Recentemente a Comissão Europeia apontou a alegada excessiva proteção dos contratos permanentes em Portugal. Esta visão é a de quem só se contenta com um regime em que a proteção no trabalho é nula ou próxima disso.

O que importa é que nada mudou em Wall Street, e que os bancos centrais criaram a sua própria armadilha ao viciarem os mercados em dinheiro barato que serviu para alimentar bolhas que podem rebentar à menor ameaça de mudança de política.

Joana Mortágua

A crise de governabilidade alemã é a crise da Europa a aterrar em Berlim perante o susto de Paris.

José Manuel Pureza

Combater a precariedade e o seu cortejo de perversidades na advocacia é uma exigência de decência e de direitos.

A mudança política em 2015 abriu um parêntesis na ofensiva neoliberal em Portugal. Para que não se feche, este parêntesis implicaria opções precisas, hoje ausentes e, portanto, uma diferente relação de forças entre o PS e a esquerda.

Todas as revoluções industriais até hoje implicaram revoluções energéticas. Por João Camargo e Ricardo Moreira.

José Soeiro

Há imagens que não se esquecem e que definem as pessoas. Uma delas é a de Rui Rio num barco, no Rio Douro, a abrir uma garrafa de champanhe com os seus convivas enquanto assiste à demolição de uma das torres do Bairro do Aleixo.