A ideia de que exercer uma profissão liberal ao mesmo tempo que se é deputado é uma garantia de liberdade para o deputado, que lhe permite não ser um obediente funcionário, é estranha e sem fundamento.
Leonor, cavaleira da mais insigne ordem de cavalaria, que não leu Camões nem se enfadará com a mitologia do Tosão de Ouro, sabe pelo menos que as monarquias são um conto de fadas para as revistas cor-de-rosa.
Pequenas e médias empresas. PME. Muito tem sido e continua a ser invocada esta sigla. E justifica-se. Dado o peso das PME no tecido empresarial português, são estas que são determinantes na criação e manutenção de emprego.
Um ano depois de ter apresentado um anteprojeto de lei que consagrava a despenalização da morte assistida, o Bloco de Esquerda torna hoje público o texto definitivo do seu Projeto de Lei.
O bom caminho iniciado em 2015 tem a marca da negociação que se fez à esquerda e que o Partido Socialista teve de aceitar para chegar ao governo. Mas, desde então, há uma vítima das escolhas do governo de António Costa: o investimento público.
No XVI Congresso da Anafre, um dos temas abordados foi a polémica reforma que promoveu a extinção de mais de 1.000 freguesias. Reclamou o Congresso a sua reversão por larga maioria.
Os valores do investimento público deste Executivo são humilhantes e mostram o paradigma de um Governo bloqueado pelo sucesso do seu próprio ministro das Finanças.
Existem dois grandes e graves problemas com o Centro Hospitalar de Lisboa Central: o primeiro é a qualidade dos edifícios onde opera; o segundo é a sua dispersão.
Têm sido tomadas algumas medidas de reposição de direitos e justiça social perdidos durante o governo de direita. E, com certeza, regozijamo-nos todos com isso mas não chega, é poucachinho.