A 17 de março de 2010 apresentei um protesto na Assembleia Regional com a seguinte introdução: “Começou, esta semana, a saga dos operários e operárias da COFACO que diariamente se tem que deslocar à Ilha do Pico para trabalhar.
Esta semana, debateu-se, no Parlamento Açoriano, “A União Europeia Pós 2020”. Lamentavelmente, este debate esteve, praticamente, circunscrito ao envelope financeiro.
A nova legislação não limita a liberdade de ninguém: apenas dá mais de liberdade a quem tem animais e aos próprios proprietários dos espaços comerciais.
Rio não tem ou esconde o seu programa para o trabalho e para as relações laborais. É pena, porque a enorme maioria das pessoas em Portugal vive do seu trabalho e por isso este é um tema central na sua vida.
O processo nas Comissões de Avaliação está agora a ser marcado por atrasos insustentáveis, por tentativas de boicote e por falta de transparência na informação aos candidatos.
A direita tem um problema que a condena, sabe-se derrotada. O conclave do PSD vem lembrá-lo urbi et orbi, discutindo o que fazer com a calamidade de 2019 e com o líder vencível nessa fatídica eleição.