Opinião

André Julião

Loures é hoje um concelho em “ponto-morto” e o grande perigo do “ponto-morto” é que ou a máquina para, quando perde a velocidade, ou descamba ribanceira abaixo.

João Moniz

Um dos marcos históricos mais importantes do movimento operário organizado foi a instauração da jornada de 8h de trabalho diário e da semana de 5 dias.

Francisco Louçã

Os inimigos do PSD parecem estar todos dentro do partido. Como noutros países, a direita profunda passou a achar que tem de destruir o PSD para singrar.

Susana Constante Pereira

Proteger as pessoas passa hoje por decisões ao alcance das autarquias. No Porto, Rui Moreira continua a deixar entregues ao mercado os desígnios de vida das pessoas.

Paulo Cardoso

Perante a maior catástrofe ocorrida naquele país, a resposta internacional está a acontecer, mas a ONU, três semanas depois, afirma que a ajuda financeira às vítimas do IDAE é apenas de 11% das necessidades.

José Soeiro

Se não viu, veja. A reportagem passou na SIC, chama-se “A Cidade e o Medo” e é um retrato do que está a acontecer nas nossas cidades, sobretudo no Porto e em Lisboa.

Miguel Guedes

Nos "packs" de férias de resort para destinos grupais, há muito que "pensão completa" passou a "tudo incluído".

Marisa Matias

As chamadas para o centro de informação direta da União Europeia aumentaram exponencialmente nos primeiros três meses deste ano e a razão é o Brexit.

Pedro Filipe Soares

O desfecho da Comissão para o Reforço da Transparência é mais um exemplo dos “pactos de regime” que fazem mal à nossa democracia.

António Lima

Tornou-se tema de debate nos Açores a proposta de criação de círculos regionais para as Regiões Autónomas, nas eleições para o Parlamento Europeu (PE).

Joana Mortágua

O governo quer ir além das metas de Bruxelas, por isso prefere ter mil milhões de folga orçamental a investir no reconhecimento das carreiras ou a reforçar o SNS. Felizmente, a Anita não precisou de uma consulta.

Francisco Louçã

Haverá quem desconfie que faltou ambição e até cuidado na preparação desta mudança tão importante, tão tardia e que parece tão improvisada, com Centeno logo a alegrar a festa com o seu inevitável “não há mais dinheiro”.