Não há solução climática sem afrontar o capitalismo e o seu modelo de produção extrativista orientado para a acumulação de capital. É por isso que a mensagem de Ferreira Leite é tão valiosa.
Aceitar este mito é aceitar a precariedade e os baixos salários como naturais. É também minar as raízes do Estado social, porque é aceitar o “cada um por si”.
Num quadro de profundas alterações climáticas, em que os períodos de seca se repetem e agudizam, qualquer política de serviço público tem de colocar o problema do abastecimento de água na primeira linha das suas preocupações.
É no desnorte corrente que vive o PSD, agrilhoado entre um sebastianismo Passista que não se cumpre e uma promessa minada por dentro de voltar ao centro que se cria um caldo, de onde saem estas excrescências populistas.
O Facebook, por exemplo, fatura anualmente quase 10 euros por cada utilizador europeu, apesar da utilização da rede social ser gratuita. São os utilizadores quem cria esta riqueza milionária
15 de março, um país inteiro juntou-se em uníssono ao protesto mundial de uma geração que se sublevou por uma causa global e primordial de sobrevivência da “casa comum”.