Muito mais do que tem acontecido, esta forma de violência [doméstica], se bem que legalmente (agora) seja considerada “crime público”, carece de (ainda) mais veemente condenação social.
Esta legislatura ensinou-nos que o Ensino Superior e a Ciência continua a mover-se em terrenos movediços e o responsável pela pasta – Manuel Heitor – só não sente a terra a tremer porque vive em terra de ninguém.
Na Venezuela muito pouco do que parece é. Nem o dito “socialismo” de Maduro é mais que um caudilhismo tardio latino-americano, nem o surgimento de Guaidó corresponde a qualquer levantamento libertador de cariz democrático.
Um artigo recentemente publicado proporciona dados que, esmiuçados, ajudam a posicionar o grande grupo social de seniores e reformados e a projectar estratégias para organizar a intervenção social.
Agora mesmo importa destacar a vítima que não tem tido defesa: essa é a Justiça, que deve ser salvaguardada destas vagas de confusão e degradação que foram desencadeadas por Neto de Moura, muito para além do imaginável.
O tsunami Conan Osíris já tinha avisado. O terramoto que o traria estava por aí, na internet, em círculos fechados, em redomas de discriminação estética e fonética.
Está quase tudo por fazer, no setor agroflorestal e nos territórios rurais, na defesa dos direitos das mulheres rurais, na luta feminista das mulheres agricultoras e rurais.
Porque é que o Governo anunciou a reabertura de negociações com os sindicatos da enfermagem e do ensino para logo a seguir as Finanças dizerem que não há dinheiro?
Neto de Moura infelizmente parece não perceber que o facto de não estar sujeito a ordens ou instruções não o isenta de julgar de acordo com a Constituição e a lei do país.
Quase todas as situações político-sociais de outros países em que a administração norte-americana intervenha ou se imiscua têm degenerado em agravada inquinação económica, social, humana, política e, muitas vezes, da paz.