Passam hoje 10 anos do assassinato de três ativistas Curdas, em Paris. No caso, o suspeito estava ligado aos serviços secretos Turcos e uma das vítimas era Sakine Cansiz, co-fundadora do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) e a principal representante do Movimento das Mulheres Curdas.
A fraqueza do governo não mora apenas na arrogância de um primeiro-ministro em pose, porque o país vai bem e não podia ir melhor. O governo é fraco porque não responde aos problemas. Em muitos casos, deixa-os agravarem-se.
A comparação dos acontecimentos deste domingo em Brasília com a invasão do Capitólio por manifestantes trumpistas, há dois anos, era inevitável. Há, no entanto, uma enorme diferença entre ambos episódios.
Impedir as declarações impostas pelos patrões no fim do contrato em que o trabalhador declara "nada mais ter a receber ou a reclamar" é uma questão de dignidade e de respeito por princípios elementares do direito do trabalho. Finalmente a lei vai acabar com este absurdo e com esta ofensa.
O ministro João Costa tinha a obrigação de saber o lastro que o seu Governo carrega desde que se recusou a reconhecer o tempo de serviço roubado aos professores. Já não há ambiente, nem tempo nem espaço, para estados de graça.
Deixou de ser preciso demonstrar como se gera esta bolha de favorecimento, os factos falam por si, mesmo que seja notório que o Governo tem um medo instintivo desta evidência e prefira a vaga de demissões.
Ainda que o Orçamento Municipal de Barcelos não responda, de todo, às ambições e necessidades das e dos barcelenses, parece agradar (pasme-se!) quer ao PS, quer à extrema-direita do Chega, dado que o aprovaram.
O Cardeal Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, foi um inimigo radical e figadal do Concílio Vaticano II, a única “porta aberta” capaz de iluminar a relação da Igreja com o mundo.
Corria o ano de 2009 quando as rendas e as taxas Euribor faziam tremer os bolsos das famílias e alertavam para um empobrecimento generalizado da classe trabalhadora. Passados 13 anos, a história parece ser a mesma, a crise volta a ser uma sequela do capitalismo.
A decisão consciente de cada pessoa no final da sua vida é que tem de persistir. Não banalizemos a dor e o sofrimento. A liberdade de viver deve incluir a liberdade a poder pôr fim à vida com dignidade.
Todas as sociedades contam estórias a si mesmas. Através delas cria-se uma teia de sentido partilhado e um conjunto de imagens ou representações que circulam de modo generalizado. Os epítetos com que mutuamente nos brindamos são disso um extraordinário exemplo.